Os Melhores Livros de 2025,

Os Melhores Livros de 2025

As melhores leituras do ano, escolhidas por nossos colaboradores

01dez2025 • Atualizado em: 04dez2025 | Edição #100

Cento e setenta e cinco colaboradores da Quatro Cinco Um participaram da votação — cem escolheram, sem listas preliminares, os lançamentos do ano de que mais gostaram, e 146 votaram a partir da shortlist, também disponível nesta página. Alguns eleitos estão resenhados na edição de dezembro, enquanto outros apareceram ao longo do ano na revista do livros.


Mais votados

Não Ficção

Na ponta da língua: o nosso português da cabeça aos pés. Caetano W. Galindo. Companhia das Letras.

Pensar com as mãos. Marília Garcia. WMF Martins Fontes.

Gaza está em toda parte. Alexandra Lucas Coelho. Bazar do Tempo.

Literatura brasileira

Corsária. Marilene Felinto. Fósforo/Ubu.

Um milhão de ruas: crônicas 2010-2025. Fabrício Corsaletti. Editora 34.

Te dou minha palavra. Noemi Jaffe. Companhia das Letras.

Literatura estrangeira

A insubmissa. Cristina Peri Rossi. Trad. Anita Rivera Guerra. Bazar do Tempo.

O bom mal. Samanta Schweblin. Trad. Livia Deorsola. Fósforo.

Orbital. Samantha Harvey. Trad. Adriano Scandolara. DBA.

Poesia

Nossa vingança é o amor: antologia poética (1971-2024). Cristina Peri Rossi. Trad. Ayelén Medail e Cide Piquet. Editora 34.

Fullgás: poesia reunida. Antonio Cicero. Companhia das Letras.

O jardim das oliveiras. Adélia Prado. Record.

Infantojuvenil

A primeira coisa que existiu: poesia brasileira para jovens leitores. Bruna Beber e Fabrício Corsaletti (Orgs.). Ils. Gabriel Furmiga. Baião.

As incríveis aventuras do super-herói Cupcake Gigante e seu fiel escudeiro Jarbas. Paulo Henriques Britto. Ils. Caco Galhardo. Editora 34.

Escolha uma palavra. Marília Garcia e Ligia Franchini. Companhia das Letrinhas.


Todos os votos

Não ficção

Na ponta da língua: o nosso português da cabeça aos pés. Caetano W. Galindo. Companhia das Letras. {Linguagem} / 36 votos

Pensar com as mãos. Marília Garcia. WMF Martins Fontes. {Ensaio} / 30 votos

Gaza está em toda parte. Alexandra Lucas Coelho. Bazar do Tempo. {Jornalismo} / 29 votos

“Relatar o horror é a única possibilidade para a autora — ainda que ‘o mundo esteja cansado de saber’” (Suzana Velasco, Ed. 94)

Viagem do recado: música e literatura. José Miguel Wisnik. Companhia das Letras. {Música} / 25 votos

Coisa de rico: a vida dos endinheirados brasileiros. Michel Alcoforado. Todavia. {Ciências sociais} / 24 votos

Histórias reais. Sophie Calle. Trad. Marília Garcia. Relicário. {Arte} / 22 votos

Análise. Vera Iaconelli. Zahar. {Psicologia} / 22 votos

Raoni: memórias do cacique. Raoni Mẽtyktire. Companhia das Letras. {Biografia} / 21 votos

“Não há imagem idealizada, como a de povos em perfeita harmonia entre si e com a natureza” (Aparecida Vilaça, Ed. 97)

Escrever é humano: como dar vida à sua escrita em tempo de robôs. Sérgio Rodrigues. Companhia das Letras. {Linguagem} / 19 votos

O ódio pela poesia. Ben Lerner. Trad. Leonardo Fróes. Círculo de Poemas. {Crítica literária} / 15 votos

“Uma das qualidades fascinantes na literatura de Lerner é seu humor bizarro. Ele tem também o talento de nos surpreender com imagens inesperadamente líricas” (Ronaldo Bressane, Ed. 97)

Rumo a uma ecologia da mente. Gregory Bateson. Trad. Simone Campos. Ubu. {Divulgação científica} / 9 votos

Lugar dito. Felipe Russo. Meio do Caminho. {Fotografia} / 2 votos

Só sei que foi assim: a trama do preconceito contra o povo do Nordeste. Octávio Santiago. Autêntica {História} / 2 votos

Infraturas: cultura e contracultura no brasil. Fred Coelho. Cobogó. {Ensaio} / 2 votos

1461 dias na trincheira: o dia a dia sob Bolsonaro no relato do editor de Política da Folha de S.Paulo. Eduardo Scolese. Autêntica. {Jornalismo} / 2 votos

Tomara que você seja deportado: uma viagem pela distopia americana. Jamil Chade. Nós. {Jornalismo} / 2 votos

A ciência encantada de Jurema: como uma raiz da caatinga uniu indígenas e africanos na resistência anticolonial e hoje inspira pesquisas psicodélicas. Marcelo Leite. Fósforo. {Divulgação científica} / 2 votos

Testemunhos tangíveis: cenas de leitura na literatura moderna. Nora Catelli.
Trad. Catarina Lara Resende, Ieda Magri e Wagner Monteiro. Relicário. {Crítica literária} / 2 votos

Pensar após Gaza: ensaio sobre a ferocidade e o fim do humano. Franco “Bifo” Berardi. Trad. Davi Pessoa. N-1 Edições. {Política} / 2 votos

Cenas da sujeição: terror, escravidão e criação de si na América do século 19. Saidiya Hartman. Trad. Fernanda Silva e Sousa e Marcelo R.S. Ribeiro. Fósforo. {Ciências sociais} / 2 votos

Tanto oceano, tanta solidão: ficção brasileira e vida social. Cristhiano Aguiar. Abeto. {Ensaio} / 2 votos

A sabedoria das corujas: a nova ciência que desvenda as aves mais enigmáticas do mundo. Jennifer Ackerman. Trad. Reinaldo José Lopes e Tania Lopes. Fósforo. {Divulgação científica} / 2 votos

Literatura brasileira

Corsária. Marilene Felinto. Fósforo/Ubu / 48 votos

Um milhão de ruas: crônicas 2010-2025. Fabrício Corsaletti. Editora 34 / 40 votos

“Seja um boteco arrumadinho, uma espelunca ou uma sinuca, é no bar que o cronista se sente mais à vontade para investigar a cidade” (Lucas Verzola, Ed. 96)

Te dou minha palavra. Noemi Jaffe. Companhia das Letras / 38 votos

Batida só. Giovana Madalosso. Todavia / 25 votos

“Madalosso encontrou uma forma gráfica desobediente para contar o que a norma culta não prescreve, a experiência no corpo” (Ilana Katz, Ed. 95)

Horas azuis. Bruna Dantas Lobato. Companhia das Letras / 21 votos

Uma delicada coleção de ausências. Aline Bei. Companhia das Letras / 17 votos

Diário do fim do amor. Ingrid Fagundez. Fósforo / 12 votos

Depois do trovão. Micheliny Verunschk. Companhia das Letras / 2 votos

Coisas presentes demais. Flávia Péret. Relicário / 2 votos

Memória do chão. Marcelo Labes. Companhia das Letras / 2 votos

O novo agora. Marcelo Rubens Paiva. Alfaguara / 2 votos

Água de maré. Tatiana Nascimento. Pallas / 2 votos

Carga viva. Ana Rüsche. Rocco / 2 votos

Escrevo seu nome no arroz. Caetano Romão. Fósforo / 2 votos

Frankito em chamas. Matheus Borges. Todavia / 2 votos

Antes do início. Ernesto Mané. Tinta-da-China Brasil / 2 votos

O primeiro leitor: ensaio de memória. Luiz Schwarcz. Companhia das Letras / 2 votos

A crônica não mata: notas do isolamento. Luís Henrique Pellanda. Arquipélago Editorial / 2 votos

Notícias do trânsito. Cadão Volpato. Seja Breve / 2 votos

Literatura estrangeira

A insubmissa. Cristina Peri Rossi. Trad. Anita Rivera Guerra. Bazar do Tempo / 38 votos

O bom mal. Samanta Schweblin. Trad. Livia Deorsola. Fósforo / 33 votos

Orbital. Samantha Harvey. Trad. Adriano Scandolara. DBA / 31 votos

O Polonês. J. M. Coetzee. Trad. José Rubens Siqueira. Companhia das Letras / 27 votos

“Coetzee utiliza a música como metáfora dos limites da experiência humana” (Kelvin Falcão Klein, Ed. 99)

Triste tigre. Neige Sinno. Trad. Mariana Delfini. Amarcord / 24 votos

“O livro autobiográfico é sobre abuso mas é, sobretudo, um ensaio sobre como contá-lo” (Ligia G. Diniz, Ed. 97)

Para John. Joan Didion. Trad. Marina Vargas. Harpercollins / 21 votos

Sem despedidas. Han Kang. Trad. Natália T. M. Okabayashi. Todavia / 19 votos

“Kang constrói um mundo com camadas de silêncio e imagens de uma beleza brutal. A história que se revela aos poucos exige escuta” (Yara Hwang, Ed. 96)

Memória de menina. Annie Ernaux. Trad. Mariana Delfini. Fósforo / 18 votos

A parede. Marlen Haushofer. Trad. Sofia Mariutti. Todavia / 9 votos

O livro do meu pai. Djaimilia Pereira De Almeida. Todavia / 2 votos

Na voz dela. Alba de Céspedes. Trad. Joana Angélica d’Avila Melo. Companhia das Letras / 2 votos

O discurso vazio. Mario Levrero. Trad. Antônio Xerxenesky. Companhia das Letras / 2 votos

A Fábrica. Hiroko Oyamada. Trad. Jefferson José Teixeira. Todavia / 2 votos 

James. Percival Everett. Trad. André Czarnobai. Todavia / 2 votos

Suttree. Cormac Mccarthy. Trad. Daniel Galera. Alfaguara / 2 votos

Autobiografia do algodão. Cristina Rivera Garza. Trad. Silvia Massimini Felix. Autêntica Contemporânea / 2 votos

Viver dentro do fogo. Antoine Volodine. Trad. Julia da Rosa Simões. Ercolano / 2 votos

A chamada: um retrato. Leila Guerriero. Trad. Silvia Massimini Felix. Todavia / 2 votos

Cartas a um jovem bailarino. Maurice Béjart. Trad. Roberto Borges. Ercolano / 2 votos

O idioma materno. Fabio Morábito. Trad. Mariana Sanchez. Relicário / 2 votos

Poesia

Nossa vingança é o amor: antologia poética (1971-2024). Cristina Peri Rossi. Trad. Ayelén Medail e Cide Piquet. Editora 34 / 40 votos

Fullgás: poesia reunida. Antonio Cicero. Companhia das Letras / 33 votos

O jardim das oliveiras. Adélia Prado. Record / 23 votos

Poesia & Agora. Edimilson de Almeida Pereira. Mazza Edições / 21 votos

“Minha grande preocupação sempre foi ser rigoroso na construção, mas desprendido na relação com a escrita” (Edimilson de Almeida Pereira, 451 mhz Ep. 170)

Romance em doze linhas e outros poemas. Bruna Beber. Companhia das Letras / 20 votos

Infenso. André Capilé. Macondo / 16 votos

Noite devorada. Mar Becker. Círculo de Poemas / 15 votos

Diáspora não é lar. Nina Rizzi. Pallas / 14 votos

Ano passado. Julia de Carvalho Hansen. Nós / 14 votos

Homem com homem: poesia homoerótica brasileira no século XXI. Ricardo Domeneck (Org.). Ercolano / 12 votos

“As vozes poéticas abordam o corpo, a sexualidade, os fetiches, o cotidiano” (Luiz Morando, Ed. 95)

Boris e Marina: poemas. Alberto Martins. Companhia das Letras / 10 votos

Pote de mel e outros poemas. Leonardo Gandolfi. Editora 34 / 9 votos

A cabeça boa. Lilian Sais. DBA / 9 votos

Panapaná. Guilherme Gontijo Flores. Ars et Vita / 2 votos

Orvalho permanente. Marcelo Ariel. Assírio & Alvim / 2 votos

Antes de dar nomes ao mundo. Adriana Lisboa. Relicário / 2 votos

Quimera. Prisca Agustoni. Círculo de Poemas / 2 votos

Antologia do poema em prosa no Brasil. Fernando Paixão (org.). Ateliê Editorial e Editora Unicamp / 2 votos

Caminho para o grito. Jarid Arraes. Alfaguara / 2 votos

Muchacho e outros poemas. Rodrigo Lobo Damasceno. Círculo de Poemas / 2 votos

Visões e êxtases. H.D. Trad. Camila Moura. Âyiné / 2 votos

A extração dos dias: poesia 1984-2005. Claudia Roquette-Pinto. Círculo de Poemas / 2 votos

Folhas da oliveira. Mahmud Darwich. Trad. Alexandre Chareti. Tabla / 2 votos

Voo breve sob o sol. Ana Costa dos Santos. Círculo de Poemas / 2 votos

Como matar seu marido. Laura Cohen Rabelo. Cepe / 2 votos

A língua nômade. Diogo Cardoso. Círculo De Poemas / 2 votos

As luzes. Ben Lerner. Trad. Maria Cecilia Brandi. Círculo de Poemas / 2 votos

Infantojuvenil

A primeira coisa que existiu: poesia brasileira para jovens leitores. Bruna Beber e Fabrício Corsaletti (Orgs.). Ils. Gabriel Furmiga. Baião. / 38 votos

As incríveis aventuras do super-herói Cupcake Gigante e seu fiel escudeiro Jarbas. Paulo Henriques Britto. Ils. Caco Galhardo / Editora 34 / 27 votos

“O Cupcake Gigante é um retrato da geração que hoje tem 30 anos, mas ainda mora na casa dos pais, não lava a louça nem arruma a cama” (Allan Sieber, Ed. 95)

Escolha uma palavra. Marília Garcia e Ligia Franchini. Companhia das Letrinhas / 20 votos

Sabor paciência. Mariana Salomão Carrara e Giovanni Colaneri. Baião / 19 votos

Eletricista. Augusto Massi e Daniel Kondo. Elo / 16 votos

“A primeira esfera do livro é sobre a relação familiar e suas metáforas entre o afeto e a energia elétrica; a segunda é sobre a importância dessa profissão” (Rita da Costa Aguiar, Ed. 96)

O mistério do tempo. Silvana Tavano. Ils. Marilia Goldschmidt. PeraBook / 13 votos

Tulipa. Paula Schiavon. Pequena Zahar / 10 votos

Vovó, fica comigo?. Iêda Carvalhêdo e Fran Matsumoto. Brinque-Book / 6 votos

Metodologia

175 colaboradores da Quatro Cinco Um participaram da votação dos melhores livros do ano — cem escolheram, sem listas nem debates preliminares, os lançamentos de 2025 que mais gostaram. Os títulos com mais votos na primeira rodada em cada categoria foram selecionados, e uma lista de sete a treze títulos por categoria passou por uma segunda rodada de votação. Os mais votados, bem como a lista dos colaboradores (resenhistas, ilustradores, tradutores etc.) que votaram, encontram-se a seguir. Alguns eleitos estão resenhados nesta edição, sob o chapéu Os Melhores Livros de 2025. Outros foram resenhados em edições anteriores, indicadas na próxima página. Os lançamentos que tiveram um ou dois votos estão no site, onde é possível ver a lista completa.

 

Colaboradores que votaram

Acauam Oliveira, Adelaide Ivánova, Adriana Ferreira Silva, Alex Castro, Alexandre Nodari, Amauri Arrais, Ana Carolina Mesquita, Ana Cristina Braga Martes, Ana Luiza Rigueto, Ana Paula Campos, Ana Silva Rosa, André Alves, André Capilé, Andrea Del Fuego, Angélica Freitas, Anna Virginia Balloussier, Antonio Mammi, Antonio Marcos Pereira, Aparecida Vilaça, Beatriz Muylaert, Branca Vianna, Bruna Meneguetti, Bruno Bolognesi, Bruno Molinero, Caetano W. Galindo, Camilo Vannuchi, Carlos Eduardo Pereira, Carlos Marcelo, Carola Saavedra, Carolina Correia Dos Santos, Christian Dunker, Cidinha da Silva, Clara Rellstab, Cristhiano Aguiar, Cristiane Tavares, Daniel Augusto, Daniel Kondo, Daniela Costanzo, Daniela Uemura, Débora Donida da Fonseca, Diogo Cardoso, Djaimilia Pereira de Almeida, Edma de Góis, Eduardo Sterzi, Eliana Cardoso, Eliane Robert Moraes, Eloah Pina, Eric Novello, Fabio Silvestre Cardoso, Felipe Cabral, Felipe Charbel, Felipe Freller, Fernanda Bastos, Fernanda Perrin, Flávia Couto, Francesca Cricelli, Gabriela Aguerre, Gabriel Joppert, Gabriel Martins da Silva, Gabriela Longman, Gabriela Mayer, Gabriela Soutello, Gisele Eberspächer, Guilherme Gontijo Flores, Guilherme Magalhães, Guilherme Pavarin, Guilherme Werneck, Gustavo Pacheco, Gustavo Silveira Ribeiro, Helen Beltrame-Linné, Helena Aragão, Hélio de Seixas Guimarães, Henrique Rochelle, Humberto Brito, Iara Biderman, Ingrid Fagundez, Isabel Lucas, Isabelle Moreira Lima, Izabela Moi, Jaqueline Silva, Jefferson Barbosa, Joao Bandeira, João Gabriel Ribeiro Passos, João Roriz, Joca Reiners Terron, José Godoy, José Henrique Bortoluci, Josoaldo Lima Rêgo, Julia Bussius, Juliana Borges, Kelvin Falcão Klein, Leandro Aguiar, Leandro Sarmatz, Leão Serva, Leonardo Nóbrega, Leonardo Pinto Silva, Letícia Canonico, Ligia Gonçalves Diniz, Lilian Sais, Liliane Oraggio, Luana Chnaiderman, Lubi Prates, Lucas Petroni, Lucas Veloso, Lucas Verzola, Luciana Araujo Marques, Luciana Martinez, Luciano Brito, Ludimila Moreira, Luís Henrique Pellanda, Luiza Fecarotta, Mar Becker, Marcella Franco, Marcelo Ariel, Marcelo Miranda, Marcelo Moutinho, Márcio Bastos, Marcos Hecksher, Maria Fernanda Barros Souza, Mariana Amaral, Mariana Belmont, Mariana Luz Pessoa de Barros, Mariana Sanchez, Mariana Schiller, Marilia Ramos, Marina de Mello e Souza, Martha Lopes, Matheus Lopes Quirino, Micheliny Verunschk, Miguel Nassif, Milena Buarque, Moacyr Godoy Moreira, Munah Maleque Felicio, Natalia Timerman, Natércia Pontes, Nina Rizzi, Olívia Nicoletti, Pádua Fernandes, Patricia Campos Mello, Paula Carvalho, Paula Costa Nunes de Carvalho, Paula Sacchetta, Paula Sperb, Paulo Gurgel Valente, Paulo Roberto Pires, Pierpaolo Bottino, Rafael Tonon, Raquel Laranjeira Pais, Reginaldo Pujol Filho, Renato Francisquini, Renato Janine Ribeiro, Renato Parada, Ricardo Domeneck, Rita da Costa Aguiar, Ronaldo Bressane, Ronaldo Lemos, Ronaldo Vitor da Silva, Rosa Freire D’Aguiar, Samir Machado de Machado, Schneider Carpeggiani, Sérgio Rizzo, Sérgio Rodrigues, Silvana Tavano, Sofia Mariutti, Stephanie Borges, Talita Hoffmann, Tarso de Melo, Tereza Novaes, Thales de Menezes, Valentina Fraiz, Veronica
Stigger, Vinicius Portella, Vitor Pamplona,
Yara Hwang e Yasmin Santos.

Matéria publicada na edição impressa #100 em dezembro de 2025. Com o título “Os Melhores Livros de 2025”