Festival literário, Flip,
Conheça os autores da Flip 2026
Zadie Smith, Andrea Bajani, Nathacha Appanah, José Tolentino Mendonça, Kamel Daoud, Paulliny Tort e mais convidados do evento nas páginas da Quatro Cinco Um
22jul2026A Flip 2026 recebe grandes autores do Brasil e do exterior, de quarta-feira (22) até domingo (26), em Paraty (RJ). Entre os convidados da programação principal estão a britânica Zadie Smith, o italiano Andrea Bajani, a mauriciana-francesa Nathacha Appanah, o franco-argelino Kamel Daoud, o português José Tolentino Mendonça e os brasileiros Andréa del Fuego, Drauzio Varella, Milton Hatoum e Paulliny Tort, cujos livros já foram tema de entrevistas, resenhas e trechos publicados na Quatro Cinco Um.
A lista ainda inclui a angolana vencedora do Prêmio Camões Ana Paula Tavares, as espanholas Eva Baltasar e Marta Pérez-Carbonell e os ucranianos Andrei Kurkov e Maria Reva, além da alemã Carmen Stephan, da pernambucana Bethânia Pires Amaro e do paraibano Ernesto Mané.
A autora homenageada da Flip deste ano é a poeta paulista Orides Fontela — capa da edição de julho da Quatro Cinco Um. A mesa de abertura terá o encontro do professor e crítico literário Augusto Massi, amigo e divulgador da poesia dela, com a poeta Marília Garcia. A autora carioca ainda fará a leitura performática de um poema inédito e vai “passar o bastão” — segundo a curadora Rita Palmeira —, lembrando a poesia de Paulo Leminski, o homenageado em 2025 e trazendo a obra de Fontela para o palco.
A seguir, leia mais sobre os convidados da Flip 2026 e confira textos, podcasts e outros conteúdos sobre eles que saíram na revista dos livros.

Augusto Massi
O pesquisador e editor, que abre a festa literária com Marília Garcia, nesta quarta (22), às 19h30, falou em entrevista a Iara Biderman sobre a recepção crítica, as complexidades e a obra de Orides Fontela, de quem foi amigo desde os anos 80. Na conversa, ele avalia que tudo que Fontela não conseguiu organizar em sua vida privada, marcada pela pobreza, “foi resolvido na poesia, nas reflexões”.

Marília Garcia
Mais Lidas
A poeta e tradutora, vencedora do Prêmio Oceanos por Câmera lenta (Companhia das Letras, 2017) e do APCA pela coletânea de ensaios Pensar com as mãos (WMF Martins Fontes, 2025), esteve no podcast 451 MHz conversando sobre esta publicação. O livro, que discorre sobre temas relacionados à poesia e à produção de textos, ainda foi resenhado por Aparecida Vilaça. Na Flip, Garcia lança Lia, Mira, Maria (WMF Martins Fontes), em que coloca a perda da mãe, Lia, e de uma amiga, Maria, em diálogo com a obra da artista plástica Mira Schendel (1919-1988). Além da mesa de abertura, ela participa de um encontro sobre Orides Fontela com outros poetas brasileiros na Casa da Cultura de Paraty, quinta (23), às 20h30.

Edimilson de Almeida Pereira
O poeta, ensaísta e romancista abre o segundo dia da Flip, às 10h, em mesa com José Tolentino Mendonça. No encontro, os dois conversam sobre como articulam a erudição, marcante na trajetória de ambos, com a linguagem poética e a questão da identidade. O escritor publicou em 2025 a antologia Poesia & Agora (Mazza), uma reunião de 28 livros, lançados entre 1985 e 2017. No 451 MHz, ele fez um balanço de seus quarenta anos de poesia.

José Tolentino Mendonça
O vencedor do Prémio Pessoa de 2023, nomeado cardeal pelo Papa Francisco e responsável desde 2018 pela Biblioteca Apostólica Vaticana, acaba de lançar Os enigmas singulares: antologia poética (Círculo de Poemas). O livro abarca diferentes momentos da produção do autor, que aproxima experiências cotidianas e temas ligados à espiritualidade. Leia um trecho.

Andrei Kurkov
Atração de uma mesa na quinta (23), às 12h, ao lado de Maria Reva, o autor ucraniano finalista do International Booker Prize escreveu textos sobre o cotidiano em meio à guerra contra a Rússia entre 2021 e 2024. Os escritos resultaram em Ucrânia: diário de uma guerra (trad. Marcia Vinha e Renato Marques, Carambaia, 2025). A Quatro Cinco Um publicou um trecho do livro.

Maria Reva
A escritora nascida na Ucrânia mudou para o Canadá na infância e publicou textos em veículos como as revistas The Atlantic e Granta, além do Wall Street Journal. No Brasil, lançou o romance Extinção (trad. Gisele Eberspächer, DBA, 2026), em torno de uma cientista que financia sua pesquisa indo a encontros arranjados enquanto Kiev é atingida pelos primeiros ataques da invasão russa.

Andréa del Fuego
Autora de coletâneas de contos e romances, entre eles As miniaturas (2013) e A pediatra (2021), publicados pela Companhia das Letras, a paulistana conversa com Paulliny Tort em mesa na tarde de quinta (23). Seus lançamentos mais recentes são o livro de minicontos Nego tudo: ficções súbitas (Companhia das Letras, 2025) e o infantil Detetives de pelúcia (Companhia das Letrinhas, 2026), tema de entrevista da escritora a Jaqueline Silva.
Paulliny Tort
Escritora e jornalista brasiliense, ganhou o prêmio da APCA em 2022 por Erva brava (Fósforo, 2021). Seu novo romance é Os imortais, lançado em 2026, pela mesma editora, e resenhado para a revista dos livros por Ligia Gonçalves Diniz. “Com a história de um clã de neandertais em migração, Paulliny Tort imagina uma origem mítica dos seres humanos”, diz o texto.

Andrea Bajani
O ganhador do Prêmio Strega por O aniversário (trad. Iara Machado Pinheiro, Companhia das Letras, 2026) conta no romance “a história de uma família, que pode ou não ser a dele, e causa um efeito de identificação poderoso”, escreveu Joca Reiners Terron na Quatro Cinco Um. O italiano fala sobre literatura e infância em mesa com Maria Esther Maciel, na quinta (23), às 17h.

Maria Esther Maciel
A escritora mineira aborda em Essa coisa viva (Todavia, 2024), seu romance mais recente, o tabu da violência de mãe contra filha e o sofrimento de uma narradora ambígua. Ela conversou com Iara Biderman sobre o livro na época do lançamento.

Djaimilia Pereira de Almeida
Colunista da Quatro Cinco Um, a portuguesa estará no palco principal da Flip na quinta (23), às 19h, ao lado de Kamel Daoud. Ela é vencedora do prêmio Oceanos por A visão das plantas (Todavia, 2021) e publicou pela mesma editora O livro do meu pai (2025). Em resenha sobre o novo romance, Luciana Martinez diz que a autora “reúne gêneros, mistura vozes e dá pistas de onde vieram algumas de suas ficções” ao “reescrever o livro inacabado do pai morto e a história de si mesma”.

Kamel Daoud
Autor do romance Língua interior (trad. Bernardo Ajzenberg, DBA, 2025), o franco-argelino ganhou notoriedade com O caso Mersault (trad. Bernardo Ajzenberg, Biblioteca Azul, 2016), que reconta a história de O estrangeiro a partir de uma perspectiva diferente daquela do protagonista de Albert Camus. Élvio Cotrim lembra, em texto sobre o novo livro, que, ao pôr em cena o tabu da guerra civil em seu país natal, Daoud foi acusado de violar a intimidade da única sobrevivente de um massacre.

Denise Stoklos
Na mesa que fecha a programação principal da Flip na quinta (23), às 21h, a atriz e dramaturga paranaense estreia o espetáculo Dalton Trevisan, que tinha um cachorro, dirigido por Alessandra Maestrini.

Carmen Stephan
A romancista alemã, autora de Malária: um romance (Tinta-da-China Brasil, selo editorial da Associação Quatro Cinco Um), premiado na Alemanha e lançado no Brasil em 2025, em tradução de Claudia Abeling, abre a programação principal da Flip na sexta (24), às 10h, em mesa com Drauzio Varella. O livro narra a experiência da autora com a doença a partir da perspectiva do mosquito transmissor, com graça e sarcasmo na voz do inseto, diz Ana Paula Pacheco em resenha. A escritora também participa de eventos da programação paralela, com outros autores da Tinta-da-China Brasil.

Drauzio Varella
O médico e escritor, que narra sua experiência com a febre amarela em O médico doente (Companhia das Letras, 2007), fala sobre escrita, medicina, vida e morte no encontro com a autora alemã Carmen Stephan. Em entrevista a Iara Biderman, ele contou como foi o retorno ao local na Amazônia onde contraiu a doença, relatado em O sentido das águas: histórias do rio Negro (Companhia das Letras, 2025).

José Godoy
O jornalista e crítico literário acaba de lançar o relato ensaístico A ilha do silêncio: terror e genocídio na Terra do Fogo (Fósforo), em que conta sobre suas descobertas na ilha Dawson. Na Flip, debate diferentes formas de ocupar o espaço com o paraguaio Solano Benítez, na sexta (24), às 12h.

Solano Benítez
Com diversas obras premiadas, o arquiteto nascido em Assunção fundou coletivos de arquitetura e recebeu o Leão de Ouro da Bienal de Veneza em 2016, pela exposição Breaking the siege. Em Paraty, ele conta sua experiência como inventor de espaços que se relacionam com a natureza e envolvem o respeito à população.

Cármen Lúcia
A ministra do Supremo Tribunal Federal, uma das organizadoras da coletânea Pela mão do povo: voto e democracia no Brasil (Bazar do Tempo, 2026), sobe no palco principal da Flip na sexta (24), às 13h30, para falar sobre o livro e os ataques à democracia brasileira nos últimos anos.

Flávia Péret
A escritora e pesquisadora mineira lançou em 2025 o romance autoficcional Coisas presentes demais e o misto de ensaio e ficção Mineração do outro: fotografia e fabulação numa palestra-performance, ambos pela Relicário. Vestígios do Alzheimer movem a autoficção da autora, que ilumina a memória da avó e de mulheres do século 20 no romance, escreveu Guilherme Araujo.

Julieta Correa
Livreira e ficcionista argentina, Correa conversa com Flávia Péret, na tarde de sexta (24), sobre a escrita que explora o adoecimento por demência na família. Seu romance de estreia, Por que são tão lindos os cavalos?, que sobrepõe aos diários de uma idosa que sofre de demência as anotações da filha, foi lançado no Brasil em 2026, pela Editora 34, em tradução de Mirella Carnicelli.

Bethânia Pires Amaro
Vencedora dos prêmios Jabuti e Sesc de Literatura pela coletânea de contos O ninho (Record, 2023), a escritora estreou no romance com Ressalga, recém-publicado pela mesma editora. No novo livro, ela conta a história de três gerações de mulheres baianas de uma mesma família que, por razões distintas, precisam abandonar seus territórios. Leia um trecho.

Nathacha Appanah
A escritora nascida nas Ilhas Maurício e radicada na França tem encontro com Bethânia Pires Amado na sexta (24), às 17h, no palco principal da Flip. Sua ficção chegou ao Brasil com Trópico da violência (trad. Lorena Figueiredo, Paris de Histórias, 2025), romance sobre o qual falou em entrevista a Letícia González. O livro mais recente da autora é Noite no coração (trad. Mariana Delfini, Bazar do Tempo, 2026), que resgata três casos reais de mulheres vítimas de parceiros violentos.

Katie Kitamura
A romancista californiana publicou no Brasil Uma separação (trad. Sonia Moreira, Companhia das Letras, 2021) e Audição (trad. Érika Nogueira Vieira, Fósforo, 2026), finalista do Booker Prize. Ela encerra a programação principal da sexta (24), às 19h, discutindo com a espanhola Marta Pérez-Carbonell temas como narradores pouco confiáveis e narrativas desestabilizadoras.

Marta Pérez-Carbonell
Também professora de literatura espanhola em Nova York, a autora estreou no romance com Nada mais ilusório (trad. Mariana Sanchez, Amarcord, 2025). No livro, traduzido para treze idiomas, três desconhecidos conversam sobre o passado e as traições e perdas que vivenciaram durante uma viagem noturna de trem.

Eduardo Halfon
O escritor guatemalteco cresceu nos EUA e vive em Berlim. É autor dos romances Tarântula (2025) e O boxeador polonês (2026), ambos lançados pela Autêntica Contemporânea em tradução de Silvia Massimini Felix. Um dos convidados da mesa de abertura do sábado (25), às 10h, ele discute com Paloma Vidal, argentina radicada no Brasil, o efeito dos deslocamentos na construção da identidade de ambos como escritores.

Paloma Vidal
A crítica literária, poeta e ficcionista, que esteve no podcast 451 MHz falando da poesia cotidiana que aparece em sua coletânea Lugares onde eu não estou (7Letras, 2025), lança dois livros em 2026. O romance O lado de lá, publicado originalmente em espanhol, sai em português pela Bazar do Tempo, com tradução da própria autora. Ela ainda publica o livro de contos Quem sabe dançar, pela 7Letras. Vidal também fala na Flip sobre Não escrever [com Roland Barthes] (Tinta-da-China Brasil, 2023), misto de ensaio e performance que explora a influência e o fascínio exercidos pelo crítico francês.

João Cezar de Castro Rocha
Ensaísta e professor de literatura, o autor de Bolsonarismo: da guerra cultural ao terrorismo doméstico (Autêntica, 2023) tem dois lançamentos à caminho das livrarias, A era de Ricardo III: guerra cultural como método e seu Minimanual do guerrilheiro digital, ambos também em edição da Autêntica. Em Paraty, no sábado (25), ao meio-dia, ele debate com o tradutor e psicanalista Paulo Schiller o autoritarismo e a ascensão da extrema direita.

Paulo Schiller
Autor do ensaio A paixão pela mentira: a família e as tiranias (Todavia, 2025), em que interpreta a ascensão do totalitarismo no século 20 e da extrema direita atual com base na psicanálise e nas histórias ouvidas em seu consultório, é também um dos principais tradutores brasileiros da língua húngara. Em episódio do 451 MHz, ele falou sobre o livro e sua tradução do romance Sátántangó (Companhia das Letras, 2022), de László Krasznahorkai, Nobel de Literatura de 2025.

Ana Paula Tavares
Primeira mulher angolana a vencer o Prêmio Camões, em 2025, a autora se apresenta no palco principal da Flip no sábado (25), às 15h. Entre poesia, crônicas e romances, ela já publicou mais de dez livros, como Ritos de passagem (1985), O lago da lua (1999) e A cabeça de Salomé (2004). No Brasil, saíram a coletânea Amargos como os frutos: poesia reunida (Pallas, 2010), Um rio preso nas mãos: crônicas (Kapulana, 2019) e o novo O sangue da buganvília: crónicas (Pallas, 2026).

Hisham Matar
Aos dezenove anos, o escritor de ascendência líbia nascido em Nova York teve o pai sequestrado pelo regime do ditador Muammar Gaddafi. Seu corpo nunca foi encontrado e o episódio deu origem ao romance Anatomia de um desaparecimento (trad. Julián Fuks), Record, 2012). Matar discute o impacto de governos autoritários em histórias de família ao lado de Milton Hatoum às 17h do sábado (25) e fala do livro de memórias O retorno (trad. Odorico Leal, 2022), premiado com o Pulitzer em 2017, e do seu romance mais recente, Meus amigos (trad. Giovani T. Kurz, 2026), ambos publicados pela Âyiné. Leia um trecho.

Milton Hatoum
O escritor amazonense vencedor do Jabuti de 1990 por seu romance de estreia Relato de um certo Oriente encerrou em 2025, com Dança de enganos (Companhia das Letras), sua triologia O Lugar Mais Sombrio, que tem como pano de fundo o regime militar deflagrado pelo golpe de 1964. Em texto para Quatro Cinco Um, Rita Palmeira, curadora desta Flip, chama o livro de “ponto máximo de sua ficção” e afirma que ele mostra, com discrição, as inúmeras referências literárias do autor, da tragédia grega à poesia mineira modernista e contemporânea.

Zadie Smith
Grande atração da Flip 2026, a escritora britânica se apresenta no horário mais nobre da programação da festa literária, sábado (25), às 19h, em mesa mediada pela colunista da Quatro Cinco Um Juliana Borges. A autora dos romances Dentes brancos (2003), Sobre a beleza (2007), Ritmo louco (2018) e A fraude (2025), todos publicados pela Companhia das Letras, fala de temas presentes em sua obra, como colonialismo, imigração e racismo. Smith foi capa da Quatro Cinco Um de janeiro, em um especial que incluiu uma entrevista com a autora e um texto dela sobre a escrita de ensaios impessoais.

Ernesto Mané
Autor de Antes do início (Tinta-da-China Brasil, 2025), seu livro de estreia, o físico e diplomata abre o último dia da Flip em conversa com a poeta franco-congolesa Ève Guerra. No encontro, que acontece domingo (26), às 10h, eles falam sobre viagens, memória e pertencimento. Misto de diário pessoal e ensaio sobre a visita que o autor fez à Guiné-Bissau para conhecer a família do pai, Antes do início traz reflexões sobre negritude, geopolítica e paternidade. O escritor também participa da programação paralela da Flip, junto com outros autores do selo editorial da Associação Quatro Cinco Um.
Ève Guerra
Prosadora e poeta, a escritora nascida na República do Congo fugiu do país natal aos nove anos, durante a guerra civil (1997-1999), e se estabeleceu na França. Finalista de vários prêmios com sua primeira coletânea de poesia, Corps profonds (2022, sem tradução para o português), venceu o prêmio Goncourt de romance de estreia em 2024 por Repatriação (trad. Diogo Cardoso, Companhia das Letras, 2025), livro com tintas autobiográficas em que uma jovem nascida no Congo é confrontada com traumas de infância quando seu pai, abusador, morre.

Leonardo Gandolfi
O professor de literatura e poeta venceu o Prêmio Biblioteca Nacional por Pote de mel e outros poemas (Editora 34, 2025). Sua coletânea de poemas anterior, Robinson Crusoé e seus amigos (2021) foi publicada pela mesma casa editorial e resenhada na revista dos livros por Renan Nuernberger. Na Flip, Gandolfi conversa com a escritora Mateus Baldi sobre poesia, música e espaços urbanos no domingo (25), ao meio-dia.

Mateus Baldi
Autora dos livros de contos Formigas no paraíso (Faria e Silva, 2022) e Os anos de vidro (Nós, 2025), recebeu o prêmio APCA por esta coletânea. Em Caetano Veloso: Transa, recém-lançado pela editora Cobogó, a escritora resgata a história do álbum do tropicalista e sua importância para a música brasileira e o Brasil.

Eva Baltasar
A escritora catalã, por anos dedicada exclusivamente à poesia, vem se destacando no romance desde que estreou neste gênero, em 2018. No Brasil, chegou com Boulder (2024) e depois publicou Permafrost (2025) e Mamute (2026), todos pela Dublinense em tradução de be rgb e Meritxell Hernando Marsal. Ela encerra a Flip 2026 em encontro com a escritora amazonense Susy Freitas, na tarde de domingo, às 15h30.

Susy Freitas
Depois de publicar contos e poemas de forma independente no Brasil, México e Grécia, além dos livros de poemas Véu sem voz (Bartlebee, 2014), Alerta, selvagem (Patuá, 2019) e Carrego meus furos comigo (Urutau, 2020), a autora manauara lançou a coletânea de contos Madnaus (Reformatório, 2024). Seu novo livro, a ficção com ares de distopia No baile do Juízo Final (Todavia, 2026), acompanha um coletivo que se reúne para praticar “terrorismo arquitetônico” em Manaus, o que vai de intervenções em igrejas a atos direcionados a políticos.
Porque você leu Festival literário | Flip
Quatro Cinco Um na Flip 2026
Editores e colunistas participam das programações principal e paralela do festival em Paraty
JULHO, 2026
