Edição #109 / setembro de 2026
Alexandre Vidal Porto
Diplomata e escritor, venceu o Prêmio Machado de Assis por Sodomita (2023) e lança Só depois entenderei (Companhia das Letras), sobre a paixão de um funcionário do Itamaraty por um homem casado
Renato Parada
Xico Sá
O escritor e jornalista reconta sua caça ao homem por trás do esquema de corrupção do governo Collor
Iara Biderman
A dois graus de Deus
A literatura tem uma relação particular com a teoria dos graus de separação: um livro nos aproxima de pessoas que não sabem que existimos
Juliana Borges
Uma história íntima da ditadura
Em Meus amigos, Hisham Matar mapeia os conflitos do intelectual diante das exigências de seu tempo
Paulo Roberto Pires
Uma dádiva
Viajo e conheço leitores que não sabia que tinha e os meus dias desabitados povoam-se
Djaimilia Pereira de Almeida
Os comerciais
Nada, ninguém adora uma praia repleta de corpos negros como o espectador europeu
Humberto Brito
um farol chamado saudade
diz-me onde estás que eu preciso de falar contigo e ir visitar essa misteriosa pessoa que és quando os meus eus metafísicos precisam de precisão
Ondjaki
Sem perder a ternura
Historiadora recria o contexto político e social de levante lésbico em 1983 sem esquecer a memória afetiva da vida noturna
Augusta da Silveira de Oliveira
Intervenção americana
Felipe Loureiro analisa arquivos diplomáticos dos EUA e compõe um testemunho de como se escreve a história da ditadura militar no Brasil
Paulo Sérgio Pinheiro
De volta à vida real
Sem condenar a tecnologia, Marina Helou propõe antídotos para os riscos do mundo virtual à infância e à adolescência
Luciana Temer
O tratado da tristeza infinita
Obra clássica de Sigmund Freud, Luto e melancolia volta às prateleiras na tradução precisa e elegante de Marilene Carone
Marilsa Taffarel
O melhor vinho de Shiraz
Em tradução inédita do persa para o português brasileiro, poemas de Hafez celebram o desejo e o êxtase místico
Guilherme Gontijo Flores
Palavras ao vento
Coletânea de ensaios reúne os diversos interesses de Leonardo Fróes, poeta que viveu com liberdade uma peculiar errância intelectual
Henrique Marques Samyn
O real tamanho do pequeno
Reedição do premiado O Deus das pequenas coisas certifica relevância de seus temas quase trinta anos após primeira publicação
Taís Leite de Moura
O mais apaixonante dos seus temas
Em Meu abrigo, minha tormenta, Arundhati Roy parte da morte da mãe para contar sua história e a da Índia contemporânea
Beatriz Muylaert
Nem nos sonhos mais loucos
A escritora indiana Arundhati Roy fala sobre sua mãe, sentimentos ambíguos, política e a recém-lançada autobiografia, que trata de tudo isso
Beatriz Muylaert
Democracia das baratas
A juventude indiana se insurge contra o governo e conta consigo mesma para alcançar direitos básicos
Arundhati Roy
Tudo sobre minha mãe
Em Colcoz, Emmanuel Carrère oscila entre o registro doméstico e o histórico para narrar a trajetória de Hélène Carrère d’Encausse
Kelvin Falcão Klein
Cavalo rumo ao sol
No segundo volume de tetralogia, Yukio Mishima faz ensaio literário do ato que recobriu sua vida e obra e escreve a morte como ritual
Walmir Gois
O jogo inocente e perigoso da poesia
José Tolentino Mendonça fala sobre sua sensibilidade poética, vocação religiosa e a importância de artistas e bibliotecas
Iara Biderman
Caio Fernando Abreu, trinta anos depois
A literatura do escritor gaúcho ganha força com os novos tempos, e sua personalidade segue viva na memória de quem o conheceu
Jurandy Valença
O mundo em dois olhares
Sofia Mariutti e Sofia Rousseaux fazem da diferença de perspectivas uma celebração do nascimento do ‘eu’
Marcella Franco
Outras edições