Edição #32 abr.2020 / março de 2020
Beauvoir por Djamila Ribeiro, Sérgio Augusto e Mariana Schiller
Petrônio encontra Shakespeare e Fellini
Péplum, de Blutch
Carlos Minuano
O manual do jogo
Videogame, a evolução da arte, de J. Varella
Antônio Xerxenesky
Estudando Tom Zé
L’ultimo tropicalista, de P. Scaramuzzo
Guilherme Henrique
As sugestões de Brecht
Poesia, de B. Brecht
Kelvin Falcão Klein
A História a contrapelo
Rua de dentro, de M. Moutinho
Luiz Antonio Simas
Viver estando vivo
As pequenas virtudes, de N. Ginzburg
Iara Machado Pinheiro
Os acordos do silêncio
Ela disse, de M. Twohey e J. Kantor, e Operação abafa, de R. Farrow
Virgínia Siqueira Starling
Vozes da resistência
Vozes da resistência negra
Neide Almeida
O blackface de Virginia Woolf
O blackface de V. Woolf
Paula Carvalho
Iconoclasta de si mesma
Simone de Beauvoir: uma vida, de K. Kirkpatrick
Djamila Ribeiro
Lendas de amor e intelecto
Simone de Beauvoir: uma vida, de K. Kirkpatrick
Sérgio AugustoPara admirar Beauvoir
Entrevista com K. Kirkpatrick
Mariana Schiller
Poderes obscuros
M, o filho do século, de A. Scurati
Manuel da Costa Pinto
Atormentado
Tormenta, de T. Oyama
Rafael Mafei Rabelo Queiroz
A palavra em perigo
A palavra em perigo
Clarissa Gross
Um conto de arrogância
A guerra pela Uber, de M. Isaac
Bianca TavolariA riqueza mora ao lado
A cidade dos ricos e a cidade dos pobres, de B. Secchi
Roberto Andrés
Tanto tempo
O tempo que passa(?), de É. Klein
Regina Porto
Leitores de carteirinha: abril de 2020
Leitores de carteirinha
Vitória, Andrey e MailaneÁguias em estado de poesia
A água e a águia, de M. Couto
Julián Fuks
Volta ao mundo em doze mapas
Prisioneiros da geografia, de T. Marshall
Ana Paula Campos
Viva a música africana!
Viva a música africana
Kalaf EpalangaUm passeio
Um passeio pela rua
Djaimilia Pereira de AlmeidaSvetlana vai à guerra
Svetlana vai à guerra
Paulo Roberto Pires
Ficção pandêmica
A grande epidemia
Joca Reiners Terron
Fichamento: Tony Bellotto
Tony Bellotto
Paula Carvalho
Ricardo Aleixo
Poeta, músico, curador e performer, estreou em 1992 com o livro “Festim”, e em 2018 publicou a antologia “Pesado demais para a ventania”
Renato Parada
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