Intrínseca

expositor a feira do livro 2026

[Palavra da casa] Fundada em 2003 pelo empresário e economista Jorge Oakim, a editora Intrínseca já traz no nome a sua vocação: o valor essencial de contar histórias. Em 2007, publicou um de seus primeiros e maiores sucessos, A menina que roubava livros , de Markus Zusak. Desde então, nos firmamos como uma das mais importantes editoras do Brasil, com um catálogo de autores consagrados e uma presença consolidada nas listas de best-sellers. Amada e facilmente reconhecida pelos leitores brasileiros, Intrínseca é sinônimo de bom livro.

Informações atualizadas em 20/05/2026

Endereço Avenida das Américas, 500 - Bloco 12 - Sala 303 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - 22640-100

Áreas de atuação Ficção, Não ficção, Literatura brasileira, Literatura estrangeira, Política, Economia, Ciências sociais, Infantojuvenil

Porte Grande

Livros da editora

Alguém caminha sobre o seu túmulo: minhas viagens a cemitérios

Mariana Enriquez

Trad. Elisa Menezes Editora Intrínseca // 376 pp • R$ 89,90

Os passeios por cemitérios ao redor do mundo da autora argentina, voz importante da literatura gótica latino-americana, em que analisa túmulos de famosos, arquitetura, ritos, lendas e fantasmas. Pela Intrínseca, publicou recentemente o romance Um lugar ensolarado para gente sombria.

“O critério para escolher essas crônicas foi, primeiro, que algo tivesse acontecido comigo no cemitério, ou que tivesse ocorrido no cemitério algo que valesse a pena ser contado”, disse Enriquez em entrevista a Paula Carvalho. “Para dar alguns exemplos: no cemitério de Lima, no Peru, além de ser fabuloso, um dos guardas fez algo muito estranho: entrou num nicho e tirou de lá uma caveira. Foi um momento de tensão que criou uma moldura para o lugar.”

Leia a entrevista na íntegra.

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As irmãs de amarelo

Mieko Kawakami

Trad. Rita Kohl Editora Intrínseca // 496 pp • R$ 89,90

A autora japonesa, finalista do International Booker Prize por Peitos e ovos (2023), reinventa o romance policial a partir da perspectiva de uma garota pobre na Tóquio de 1998. Após reconhecer pelo noticiário uma mulher de seu passado, ela revisita o clã feminino em nome do qual se envolveu em situações perigosas.

“Kawakami aborda, com crueza e vitalidade, os submundos de Tóquio, especialmente a vida noturna. A história presente se passa em maio de 2020, no início da pandemia de Covid-19, mas em poucas páginas as memórias da narradora Hana levam ao meio da década de 90, quando ela, então com quinze anos, vive num cortiço com a mãe, Ai, em uma casa cuja única janela dá para uma parede de concreto”, escreve Taís Cardoso em resenha para a Quatro Cinco Um.

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