DBA

expositor a feira do livro 2026

[Palavra da casa] A DBA Literatura publica narrativas que tocam questões pungentes do mundo contemporâneo, como os debates acerca das novas identidades, a crise da criatividade, os deslocamentos e a sensação de pertencimento em um mundo fragmentado por guerras silenciosas, crise climática e novas tecnologias.

Informações atualizadas em 20/05/2026

Endereço Alameda Franca, 1050 - 83 - São Paulo - SP - 01422-003

Áreas de atuação Ficção, Não ficção, Literatura brasileira, Literatura estrangeira, Artes, Urbanismo e arquitetura, Alimentação

Porte Médio

Livros da editora

Medeia me cantou um corrido

Dahlia de la Cerda

Trad. Marina Waquil Editora DBA // 136 pp • R$ 79,90

A nova coletânea de contos da escritora e ativista mexicana, que concorreu ao International Booker Prize em 2025 por Cadelas de aluguel (DBA), humaniza personagens que transitam pelo universo do narcotráfico, em histórias interconectadas. Influenciados pela oralidade do corrido, gênero musical tradicional do México, os contos retratam o desejo, a violência patriarcal e outras questões sociais, e misturam elementos populares e eruditos. Em outubro, os assinantes do Clube 451 vão receber em casa o livro de Dahlia de la Cerda.

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Incendeie meu coração

Izumi Suzuki

Trad. Jefferson José Teixeira Editora DBA // 216 pp • R$ 82,90

A escritora e atriz japonesa (1949-1986), considerada ícone da contracultura e uma das pioneiras da ficção científica no Japão, revisita sua juventude na Tóquio dos anos 70 em capítulos breves demarcados por canções de rock. Publicado originalmente em 1983, o romance autobiográfico transmite a sensação de deslocamento — marca da autora — através dos amores e das amizades, do vício em remédios e de um relacionamento abusivo com desfecho trágico. Da autora, a DBA também publicou no Brasil a coletânea de contos Tédio terminal (2024).

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Faltas: cartas para todos da minha cidade que não me violaram

Cecilia Gentili

Trad. Carolina Kuhn Facchin // Posf. McKenzie Wark Editora DBA // 216 pp • R$ 82,90

Figura central na comunidade LGBTQIA+ de Nova York, onde trabalhou supervisionando serviços de saúde para pessoas trans e pacientes com HIV e lutou pelos direitos das profissionais do sexo e dos imigrantes ilegais, a ativista (1972-2024) relembra sua infância e adolescência na Argentina, quando se descobriu mulher, por meio de cartas endereçadas a quem a conheceu naquela época.

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