Esboço de minha vida política: memórias
Wenceslau Braz
posf. Francisco Alambert Editora Chão // 224 pp • R$ 74
Memórias inéditas deixadas pelo nono presidente do Brasil.
+[Palavra da casa] Criada em 2018 pela escritora e editora Beatriz Bracher, por seu pai, Fernão Bracher (1935-2019), e pela editora Marta Garcia, a Chão faz livros que resgatam a memória de personagens e passagens pouco exploradas da vida brasileira, trazendo à luz perspectivas muitas vezes esquecidas. São manuscritos, memórias, diários, relatos, cartas, obras literárias — que combinam valor como documento e interesse como leitura. Escritores e pesquisadores analisam e contextualizam esses materiais, oferecendo importante contribuição à historiografia brasileira e atendendo ao leitor interessado em conhecer outras narrativas sobre a história do Brasil.
Informações atualizadas em 20/05/2026
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posf. Francisco Alambert Editora Chão // 224 pp • R$ 74
Memórias inéditas deixadas pelo nono presidente do Brasil.
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Editora Chão // 232 pp • R$ 76
Reúne relatos de viagem, inéditos em português, da época em que a Marinha francesa tentava acessar os desejados portos do Chile e do Peru para comércio.
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Org. Sheila Hue Editora Chão // 168 pp • R$ 59
Posf. Marcos Ferreira de Andrade Editora Chão // 256 pp • R$ 71
O período entre a abdicação de Dom Pedro 1º, em 1831, e a posse do imperador Dom Pedro 2º, em 1840, foi marcado por diversas insurgências no país. Uma delas foi a Revolta das Carrancas, ocorrida na região mineira de mesmo nome em 1833 e protagonizada por escravizados rebeldes, que levou à morte de 33 pessoas, entre membros de uma família senhorial e escravizados.
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Org.Juliana Bulgarell Editora Chão // 272 pp • R$ 72
A historiadora reúne 31 crônicas inéditas do jornalista carioca, escritas entre 1903e 1918. Por meio de pseudônimos — como João do Rio —, o cronista percorre as transformações da cidade nas primeiras décadas do século20, com a chegada da modernidade no país.
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Editora Chão // 200 pp • R$ 61
Com organização e posfácio dos historiadores Aline dell’Orto e Marcelo Balaban, que descrevem o panorama das publicações ilustradas brasileiras durante o século 19, este romance ilustrado ― originalmente publicado em 1869 pelo italiano Angelo Agostini e continuado por Cândido Aragonez de Faria em 1872 ― percorre as aventuras de Nhô Quim: um jovem azarado do interior, cercado por ricos, escravistas, corruptos e golpistas, membros da Corte do Brasil imperial.
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Organização de Hebe Mattos Editora Chão // 664 pp • R$ 130
Posf. Regina Zilberman Editora Chão // 360 pp • R$ 82
A escritora judaico-brasileira descreve a colônia agrícola criada por judeus oriundos da Bessarábia, que chegaram ao Rio Grande do Sul em 1904.
+POSF. Sidney Chalhoub. PREF. Bernardo Guimarães Editora Chão // 192 pp • R$ 49
Publicado em 1881, o romance expõe sofrimentos das mulheres escravizadas e surpreende pelo desfecho realista
+Editora Chão // 200 pp • R$ a definir
Três narrativas sobre a queda da monarquia escritas pela princesa Isabel (acima, com o conde d’Eu e os netos) e por dois de seus amigos, o barão Manuel Vieira Tosta e sua mulher, Maria José. O livro traz ainda a carta de despedida do conde d’Eu aos brasileiros a bordo do cruzador Parnaíba e a carta da princesa Isabel para Eugeninha, a bordo do navio Alagoas
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Muito conhecido e pouco lido como o clássico de Joyce, As aventuras de Nhô Quim ganha edição que celebra seu valor como documento histórico
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