Igrejas, torres e canais decoram a cidade de Bruges, no noroeste da Bélgica, apelidada de “Veneza do Norte”. A paisagem é protagonista de Bruges-a-Morta, romance do poeta e jornalista Georges Rodenbach (1855-1898) publicado em 1892.
Considerado um clássico do simbolismo, a trama acompanha o viúvo Hugues Viane, cuja rotina melancólica, imersa no luto, parece dialogar com as ruas soturnas de Bruges. Até que, um dia, ele acredita ter visto o rosto de sua falecida esposa em uma bailarina — e entra numa espiral obsessiva.
Em nova tradução brasileira de Helena Coutinho, a edição da Ercolano preserva as fotografias originalmente escolhidas por Rodenbach, que capturam Bruges no final do século 19. Mais que ilustrar o livro, as imagens são um agente da narrativa e reforçam a atmosfera do texto.
A seguir, a Quatro Cinco Um reproduz algumas das fotografias de Bruges-a-Morta.
Fotos de Bruges no século 19 (Divulgação)
Fotos de Bruges no século 19 (Divulgação)
Fotos de Bruges no século 19 (Divulgação)
Fotos de Bruges no século 19 (Divulgação)
Fotos de Bruges no século 19 (Divulgação)
Fotos de Bruges no século 19 (Divulgação)
Fotos de Bruges no século 19 (Divulgação)
Fotos de Bruges no século 19 (Divulgação)