O jornalista e fotógrafo Giovanni Bello estava de férias em Havana em novembro de 2016, quando morreu Fidel Castro — que neste 13 de agosto completaria cem anos.
Sem crachá ou credencial de imprensa, que garantiriam acesso aos eventos oficiais, Bello tinha a intenção de estar “entre a multidão de indiferentes e apaixonados”, conforme explica no texto que abre o fotolivro Se murió Fidel, um misto de reportagem e memória. Hoje correspondente da BBC, o repórter registrou o que viu nas ruas da capital e de Santiago de Cuba durante o luto pelo político e revolucionário: as emoções refletidas no rosto dos cubanos, a paisagem tradicionalmente colorida e tropical e muito mais. As imagens, capturadas ao longo de nove dias, estão reunidas agora na publicação da editora Vento Leste em edição trilíngue: português, espanhol e inglês.
A seguir, a Quatro Cinco Um reproduz algumas das fotografias que integram o livro.
População reunida em um acto de masa, termo que nomeia os rituais cívicos cubanos organizados pelo Estado. (Giovanni Bello)
Venda de uma edição do Granma, jornal oficial do Partido Comunista de Cuba. (Giovanni Bello)
População à espera da passagem das cinzas de Fidel Castro. (Giovanni Bello)
Menina de rosto pintado com a frase “Yo soy Fidel”. (Giovanni Bello)
Cortejo com as cinzas de Fidel na praça central de Santiago de Cuba. (Giovanni Bello)
Cena de um "acto de masa" após os eventos de luto. (Giovanni Bello)
Ritual cívico em Santiago de Cuba. (Giovanni Bello)
Apoiadores de Fidel em ato em Santiago de Cuba. (Giovanni Bello)
Apoiador de Fidel com as vestimentas que se tornaram símbolo do líder revolucionário. (Giovanni Bello)
Muro em Santiago de Cuba (Giovanni Bello)
Última passagem das cinzas de Fidel, a caminho do cemitério de Santa Ifigênia, em Santiago de Cuba. (Giovanni Bello)
Retrato de Havana, Cuba. (Giovanni Bello)