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Quatro Cinco Um de março traz um especial sobre Patti Smith
A artista estadunidense fala em entrevista sobre seu novo livro de memórias, literatura, política e como se tornou quem é
01mar2026 • Atualizado em: 25fev2026 | Edição #103
A edição de março da Quatro Cinco Um traz na capa Patti Smith, que lança neste mês Pão dos anjos. Em entrevista a Iara Biderman, a multiartista estadunidense fala de literatura e política, das pessoas de sua vida e de como se tornou quem é. O especial traz ainda uma resenha desse novo livro de memórias, por Aparecida Vilaça. Fotografia da capa: Marin Driguez.
Março traz várias outras entrevistas com grandes mulheres, incluindo a escritora japonesa Minae Mizumura, por Natalia Timerman; a escritora chinesa Can Xue, aposta constante para o Nobel, por Clarissa Bongiovanni; a crítica literária Beatriz Resende, por Adriana Ferreira Silva; e a defensora pública e escritora Maria Fernanda Maglio, por Iara Biderman.
A edição traz também textos sobre as memórias da francesa Gisèle Pelicot, violentada pelo ex-companheiro, por Cristina Fibe; o compromisso de Mano Brown com o conhecimento, por Acauam Oliveira; a pesquisa-retrato de Regina Dalcastagnè da literatura brasileira contemporânea, por Élvio Cotrim; a corrida presidencial de Kamala Harris, por Jaqueline Silva; além de um perfil de Zila Mamede, a poeta paraibana-potiguar, por Octávio Santiago.
No terreno da ficção, resenhas sobre o labirinto íntimo de Jon Fosse em Heptalogia, por Helen Beltrame-Linné; o ‘léxico familiar’ de Catarina Gomes, por Raquel Laranjeira Pais; e o novo romance histórico de Laurent Binet, por Kelvin Falcão Klein. No mês do Oscar, a revista traz ainda críticas dos filmes Pecadores, que reencena o trauma fundacional dos EUA, por Juliana Borges; e Hamnet, com a tragédia pessoal de Shakespeare ignorada nos livros, por Nara Vidal.
Mais Lidas
+ resenhas: A herança da mãe, de Minae Mizumura, por Cíntia Moscovich; os relatos de crianças e adolescentes palestinos, por Cristiane Tavares; o ‘álbum visual’ de Sérgio Sister, por Nina Rahe; e o útero como espaço político, por Larissa Pelúcio.
+ colunas: Paulo Roberto Pires escreve sobre o bairro carioca de Santa Teresa na obra e amores de Manuel Bandeira; Djaimilia Pereira de Almeida passeia no café A Brasileira do Chiado; Humberto Brito reflete sobre como a vida parece uma delírio do GPT; Ondjaki fala sobre os gestos de despedida; e Renato Parada fotografa Luiza Romão, poeta, atriz e slammer paulista.
A edição de março destaca 16 livros e traz um listão com 104 lançamentos em 22 áreas:
- Lá é o tempo (Todavia), de Maria Fernanda Maglio.
- A trinca do Curvelo: os afetos de Manuel Bandeira (Todavia), de Elvia Bezerra.
- 107 Days (Simon & Schuster), de Kamala Harris.
- Uterodrama: reflorestando o corpo-território (Ágora), de Laura de Souza Zingra Vomero.
- Um hino à vida: a vergonha precisa mudar de lado (Companhia das Letras), de Gisèle Pelicot. Tradução de Julia da Rosa Simões.
- Mano a Mano (Companhia das Letras), de Mano Brown.
- Sérgio Sister (Edusp), de Sérgio Sister.
- Uma história da literatura brasileira contemporânea: a narrativa (Todavia), de Regina Dalcastagnè.
- Crítica insubmissa (MapaLab), de Beatriz Resende. Organização de Adriana Madeira Coutinho e Lucas Bandeira.
- Pão dos anjos: a história da minha vida (Companhia das Letras), de Patti Smith. Tradução de Camila von Holdefer.
- A herança da mãe: um folhetim (Carambaia), de Minae Mizumura. Tradução de Lídia Ivasa.
- Terrinhas (Dublinense), de Catarina Gomes.
- Histórias de amor no novo milênio (Fósforo), de Can Xue. Tradução de Verena Veludo Papacidero.
- Civilizações (Companhia das Letras), de Laurent Binet. Tradução de Rosa Freire d’Aguiar.
- Heptalogia (Fósforo), de Jon Fosse. Tradução de Leonardo Pinto Silva.
- Não vou escrever poesia e outros textos (Editoras pela Palestina), de Crianças do Mar e das Laranjas. Tradução de Laura Borges.
Matéria publicada na edição impressa #103 em março de 2026.