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Gênero literário
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A catedral dos porcos & Ópera Poeira

Jean D’Amérique

Trad. Prisca Agustoni; Pref. Leda Maria Martins Editora Ars et Vita // 104 pp • R$ 78

Apresenta duas peças do poeta, dramaturgo, rapper e romancista haitiano. Em A catedral dos porcos, D’Amérique tece um poema dramático que denuncia a miséria, fome, corrupção, desastres naturais, violência e a hipocrisia religiosa em Porto Príncipe, ecoando a tradição de poetas que foram perseguidos e aprisionados. Na peça Ópera poeira, o autor resgata a memória e a voz de Suzanne “Sanité” Bélair (1781-1802), uma soldado e revolucionária haitiana que foi capturada e morta por colonos franceses aos 21 anos durante as lutas pela independência do país.

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Sol descosturado

Jean D’Amérique

Trad. Prisca Agustoni // Pref. Leda Maria Martins Editora Ars et Vita // 112 pp • R$ 66

Romance de estreia premiado do autor, narra a miséria de uma favela em Porto Príncipe pela perspectiva da jovem Cabeça de Vento, que cresce cercada por violência, abandono e exploração, tentando escapar pela força da imaginação e pelas cartas nunca enviadas à pessoa por quem é apaixonada. Apontado como um dos grandes nomes da nova geração de escritores caribenhos, D’Amérique constrói uma fábula poética sobre o choque entre a ingenuidade da infância e a dureza implacável da realidade.

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Você deu em pagamento o meu país

Ghayath Almadhoun

Tradução de Alexandre Chareti • Apresentação de Ricardo Domeneck Editora Ars et Vita // 168 pp • R$ 58

Primeira antologia poética traduzida para o português, direto do árabe, do autor palestino-sírio, convidado d’A Feira do Livro. São 31 poemas sobre guerra, exílio e pertencimento, em que memória e violência são postas em confronto.

“Essa antologia, que reúne todos os poemas de Eu te trouxe uma mão decepada (2024) e alguns de Não posso estar presente (2014) e Adrenalina (2017), não é para quem tem estômago fraco. Há sangue, corpos mutilados, membros amputados, fedor de cadáveres apodrecendo. Não há palavras de consolo nem o romantismo da ideia de resistência, e muito menos alívio para os sobreviventes”, escreve Paula Carvalho, que entrevistou o autor e resenhou o livro para a Quatro Cinco Um.

Leia a entrevista e resenha do livro

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