Hedra

expositor a feira do livro 2026

[Palavra da casa] A Hedra detém, desde 1998, um catálogo de títulos interdisciplinares de formação crítica. São obras máximas da área de humanidades, do cânone literário ou até de autores pouco difundidos no Brasil. Textos que têm a capacidade de interpelar o presente, e que compõem o que chamamos clássicos de intervenção: clássicos que são clássicos, afinal, porque são atuais.

Informações atualizadas em 20/05/2026

Endereço Rua Sete de Abril, 235 - Cj.102 - São Paulo - SP - 01043-904

Áreas de atuação Ficção, Literatura nacional, Artes, Poesia, Política, Educação, Filosofia, Produção literária de autores indígenas, Produção literária de autoras mulheres, Produção literária de autores negros

Porte Médio porte

Livros da editora

Teia

Orides Fontela

Org. Ieda Lebensztayn // Posf. Marilena Chaui e Ivan Marques Editora Hedra // 144 pp • R$ 67,40

Vencedora do prêmio APCA, a última obra da poeta publicada em vida, em 1996, marca uma inflexão em sua trajetória. Se antes buscava a transcendência simbolizada pelo “pássaro”, neste livro encara a matéria áspera do real: “Um pássaro/ pesa/ e caça/ entre lixo/ e tédio./ Um pássaro/ resiste aos/ céus. E perdura./ Apesar.” A edição inclui paratextos de Marilena Chaui e Ivan Marques.

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Transposição

Orides Fontela

Org. Ieda Lebensztayn // Posf. Davi Arrigucci Jr., Nathaly F. F. Alves e Fabio Weintraub  Editora Hedra // 136 pp • R$ 62,80

Publicado em 1969, é o primeiro livro da poeta paulista (1940-1998), descoberta pelo crítico e hoje professor emérito da USP Davi Arrigucci Jr., que será a homenageada da Flip 2026. Reúne poemas da juventude de Fontela, nos quais já estão evidenciadas a concisão, a densidade filosófica e a reflexão sobre os limites da existência diante da natureza: “Não há piedade nos signos/ e nem no amor: o ser/ é excessivamente lúcido/ e a palavra é densa e nos fere”.

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As big techs e a guerra total: o complexo militar-industrial-dataficado

Sérgio Amadeu da Silveira

Pref. Flávio Rocha de Oliveira Editora Hedra // 144 pp • R$ 49

Examina como a Inteligência Artificial, desenvolvida principalmente por grandes empresas multinacionais de tecnologia como Google, Amazon e Microsoft, vem se integrando ao poder militar e político, criando o que o sociólogo chama de “complexo militar-industrial-dataficado”, em uma aliança entre corporações, Estados e aparatos de vigilância que tem potencial para definir guerras.

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