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Dezembro traz o clássico especial Os Melhores Livros do Ano
A 100ª edição da Quatro Cinco Um destaca as melhores leituras de 2025, compartilhadas por 175 colaboradores da revista
01dez2025
A 100ª edição da Quatro Cinco Um traz o clássico especial dos melhores livros do ano, escolhidos por 175 colaboradores da revista. Entre os favoritos, a viagem de Caetano W. Galindo pelo nosso português, os ensaios de Marília Garcia sobre poesia, as linhas incendiárias de Marilene Felinto, a coletânea de poesia para jovens leitores organizada por Bruna Beber e Fabrício Corsaletti, o romance de formação e a antologia poética da uruguaia Cristina Peri Rossi. Esses livros foram resenhados por Guilherme Gontijo Flores, Aparecida Vilaça, Guilherme Magalhães, Karine Dalla Valle, Gabriela Aguerre e Nanni Rios, respectivamente. Arte da capa: Igor Bastidas.
O número 100 da revista dos livros ainda traz textos sobre a psicanálise de Vera Iaconelli, por Natalia Timerman; o estudo de Michel Alcoforado na selva da elite brasileira, por Tati Bernardi; a primeira vez de Fernando Pessoa como outra pessoa, por Carlos Adriano; o último volume da trilogia de Itamar Vieira Junior, por Fabio Silvestre Cardoso; além de uma entrevista com Eliana Alves Cruz sobre seu novo romance, por Adriana Ferreira Silva.
Mais na edição 100: a condenação histórica de Jair Bolsonaro, por Claudio Gonçalves Couto; a chacina no Complexo da Penha, por Juliana Borges; o doisladismo da imprensa brasileira, por Paulo Roberto Pires; a análise de Dawisson Belém Lopes da política externa brasileira, por Leandro Aguiar; o romance policial de Edogawa Ranpo, por Victor Vidal; a história da culinária paulista, por Flávia Couto; poemas de Maria Vilani, filósofa e mãe do rapper Criolo, por Iara Biderman; e a estreia de Marcelo Henrique Silva, vencedor do último prêmio Jabuti, por Jean Cândido Brasileiro.
+ Melhores Livros de 2025: o recado de José Miguel Wisnik, por Mauricio Puls, o romance universitário de Bruna Dantas Lobato, por Felipe Charbel; questões de infância e envelhecimento de Noemi Jaffe, por Ana Kiffer; toda a poesia de Antonio Cícero, por Tarso de Melo; relatos reais e literários de Sophie Calle, por Schneider Carpeggiani; a nova coletânea poética de Adélia Prado, por Wander Melo Miranda; a alternativa de Marlen Haushofer para a distopia, por Karla Monteiro; seis contos de Samanta Schweblin que escancaram a fragilidade humana, por Silvana Tavano; e a grande beleza do espaço de Samantha Harvey, por Gisele Eberspächer.
Mais Lidas
+ colunas: Ondjaki reflete sobre a simplicidade na escrita; Djaimilia Pereira de Almeida escreve sobre a exclusão territorial em Lisboa; Humberto Brito se debruça sobre a palavra “avocação”; e Renato Parada fotografa a jornalista Iara Biderman, vencedora do Prêmio Literário Biblioteca Nacional em 2025 por Tantra e a arte de cortar cebolas.
A edição destaca 30 livros e um listão com 117 lançamentos em 27 áreas:
- Na ciranda do tempo (Planeta), de Maria Vilani.
- Vocês da imprensa: violência contra a mídia brasileira pela ótica de um jornalista sob ataque (Máquina de Livros), de João Paulo Saconi.
- 1461 dias na trincheira: o dia a dia sob Bolsonaro no relato do editor de Política da Folha de S.Paulo (Autêntica), de Eduardo Scolese.
- Como nos comunicamos importa: um manual para repensar nossa leitura do mundo (Planeta), de Jana Viscardi.
- A palavra e o poder: uma travessia crítica por 40 anos de democracia brasileira (Civilização Brasileira), de Rodrigo Tavares, Flavia Lima, Naief Haddad (Org.)
- Sangue neon (Faria e Silva), de Marcelo Henrique Silva.
- De Bonifácio a Amorim: elementos de uma teoria social da política externa brasileira (UFMG), de Dawisson Belém Lopes.
- Cozinha caipira, cozinha esquecida: a biografia de um livro de receitas e a invenção da culinária tradicional paulista (Alameda), de Viviane Soares Aguiar.
- Obra completa de Ricardo Reis (Tinta-da-China Brasil), de Fernando Pessoa. Edição de Jerónimo Pizarro e Jorge Uribe.
- Coração sem medo (Todavia), de Itamar Vieira Junior.
- Meridiana (Companhia das Letras), de Eliana Alves Cruz.
- A besta nas sombras, de Edogawa Ranpo (HarperCollins). Tradução de Jefferson José Teixeira.
- Na ponta da língua: o nosso português da cabeça aos pés (Companhia das Letras), de Caetano W. Galindo.
- Viagem do recado: música e literatura (Companhia das Letras), de José Miguel Wisnik. Organização de Kristoff Silva.
- Pensar com as mãos (WMF Martins Fontes), de Marília Garcia.
- Análise (Zahar), de Vera Iaconelli.
- Histórias reais (Relicário), de Sophie Calle. Tradução de Marília Garcia.
- Coisa de rico: a vida dos endinheirados brasileiros (Todavia), de Michel Alcoforado.
- Corsária (Fósforo/Ubu), de Marilene Felinto.
- Te dou minha palavra (Companhia das Letras), de Noemi Jaffe.
- Horas azuis (Companhia das Letras), de Bruna Dantas Lobato.
- Orbital (DBA), de Samantha Harvey. Tradução de Adriano Scandolara.
- O bom mal (Fósforo), de Samanta Schweblin. Tradução de Livia Deorsola.
- A parede (Todavia), de Marlen Haushofer. Tradução de Sofia Mariutti.
- A insubmissa (Bazar do Tempo), de Cristina Peri Rossi. Tradução de Anita Rivera Guerra.
- Nossa vingança é o amor: antologia poética (1971-2024) (Editora 34), de Cristina Peri Rossi. Tradução de Ayelén Medail e Cide Piquet.
- Fullgás: poesia reunida (Companhia das Letras), de Antonio Cicero.
- O jardim das oliveiras (Record), de Adélia Prado.
- A primeira coisa que existiu: poesia brasileira para jovens leitores (Baião). Bruna Beber e Fabrício Corsaletti (Orgs.).
- Vermelho, branco e sangue azul (Seguinte), de Casey McQuiston. Tradução de Guilherme Miranda.
