O pós-humano
Rosi Braidotti
Trad. Adelaide Pimenta Editora Âyiné // 336 pp • R$ 129,90
O futuro sob a lente do feminismo.
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Trad. Adelaide Pimenta Editora Âyiné // 336 pp • R$ 129,90
O futuro sob a lente do feminismo.
+Trad. Pedro Fonseca Editora Âyiné // 128 pp • R$ 99,90
Relato íntimo do escritor sobre os últimos meses de vida de sua mãe, Susan Sontag (1933-2004), que morreu em decorrência de um câncer. Ele narra, assim, o processo de acompanhar uma pessoa querida diante da morte e reflete sobre as formas como a humanidade encara o fim da vida.
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Trad. Giovani T. Kurz Editora Âyiné // 244 pp pp • R$ 129,90
O Nobel de Literatura relembra sua juventude em Leningrado, na Rússia pós-guerra, e escreve ensaios sobre os poetas Óssip Mandelstam e W. H. Auden.
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Trad. Debora Fleck Editora Âyiné // 176 pp • R$ 109,90
Consagrada como dramaturga, a autora de Deus da carnificina volta a explorar as hipocrisias da burguesia. O romance se desenrola durante um jantar que termina em catástrofe.
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Trad. Giovani T. Kurz Editora Âyiné // 150 pp • R$ 99,90
A filósofa trata da violência psicológica.
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Trad. Adelaide Pimenta Editora Âyiné // 150 pp • R$ 109,90
A filósofa italiana enumera os potenciais e os desafios da condição pós-humana, que supõe a superação dos limites da nossa espécie por meio de sua interação com a tecnologia
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Trad. Ana França Editora Âyiné // 192 pp • R$ 109,90
A curadora estadunidense mostra como a negritude foi fundamental para moldar a cultura digital contemporânea.
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Trad. Daniella Domingues Editora Âyiné // 136 pp • R$ 89,90
O produtor de música eletrônica chileno americano estreia na literatura com um mosaico de imagens que vacilam entre revelação e alucinação.
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Editora Âyiné // 120 pp • R$ 99,90
Pesquisadora desloca a depressão do discurso clínico.
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Trad. Adriana Baggio Editora Âyiné // 144 pp • R$ 119,90
Uma das maiores representantes do feminismo italiano, a teórica cunhou junto ao coletivo Rivolta Femminile o conceito de “feminismo da
diferença”, que denuncia o ideal da igualdade dos sexos como uma tentativa de assimilar as mulheres ao modelo patriarcal, critica a matriz filosófica ocidental que ignorou as mulheres e propõe “cuspir” em Hegel e seus herdeiros intelectuais, como um caminho de libertação feminina.