A Feira do Livro,

Giro pela Feira 2023

Acontecimentos de dias de livros na praça pública

08jun2023 - 10h23 | Edição #70

Autografaço

Mais cedo, na tarde de domingo, cerca de cinquenta representantes das mulheres que participaram das fotos em 2022, de diferentes partes do país, se reuniram para autografar o livro, trocar autógrafos entre elas e participar de uma nova foto, desta vez tendo o estádio do Pacaembu ao fundo.

Aline Cardoso, poeta, organizadora da foto em João Pessoa (PB) e integrante do Sarau Selváticas, contou que estava em São Paulo fazendo um curso quando soube do movimento. “Vi a movimentação e resolvi participar, e depois organizar lá também, alguns dias depois”. Ela conseguiu reunir cerca de oitenta mulheres em João Pessoa.

Luciana Bento, moradora de São Paulo, veio com as duas filhas, Naína e Aisha, que também a haviam acompanhado no ano passado. Ela tem um livro de poemas publicado, Eu-lua, mas as meninas também escrevem. Naína já escreveu dois livros: um “sobre a minha mãe, que é uma super-heroína”, e outro em que come a irmã, que não gostou muito da ideia.


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Apicultores

No segundo domingo do mês, grupos de apicultores de São Paulo vêm ao Estádio do Pacaembu vender mel e apresentar a meliponicultura e suas ligações com a educação ambiental. Augusto, dono da Meliponar, trouxe abelhas mandaçaias em uma casinha de madeira para mostrar como funciona a produção dos diversos tipos de mel dentro de uma colmeia para quem estivesse passando por lá.

Camisas da Amora

A Amora Livros, clube de assinatura de livros escritos por mulheres, está vendendo camisetas com referências literárias na tenda das bancadas, que reúne cerca de trinta editoras independentes e um sebo. “Me ler é fácil, quero ver me interpretar”, “Leia mais mulheres”, “Preferia estar lendo”, “Estou entrelinhas” são algumas das frases estampadas em camisetas de todas as cores. A vermelha leva os dizeres “Uma escritora puxa outra”, em comemoração ao movimento e a publicação do livro de mesmo nome, Um grande dia para as escritoras (Bazar do Tempo).


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Tobogã de papel

A praça Charles Miller fica em um vão, de forma que não há gramados inclinados nas laterais da praça. No clima do festival de livros e ideias, as crianças soltaram a imaginação e exploraram mais uma das vastas possibilidades do papel. Por lá, improvisaram um tobogã ao ar livre, escorregando sentadas em faixas de papelão.

Praia no asfalto

Original do Rio de Janeiro, a Livraria da Travessa trouxe a praia para o Pacaembu, com uma área montada entre suas duas tendas, com guarda-sol e cadeirinhas de praia. Quem passa, pode se acomodar enquanto lê um bom livro ou ficar quase que de camarote assistindo ao Palco da Praça. Para se sentir 100% no verão carioca, só falta o tradicionalíssimo biscoito Globo!

Faça sua ecobag

Na oficina de serigrafia e impressão da Letra da Cidade, o público d’A Feira do Livro pode estampar (e levar para casa) sacolas ou panos de prato que aprendeu a fazer com a artista plástica Mônica Schoenacker. A atividade aconteceu das 11h às 14h ao lado do estande da editora. Quem não queria fazer a sua própria estampa podia aproveitar a promoção da Letra da Cidade, que está dando um pano de prato na compra de um livro e uma ecobag na compra de dois.


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Figurinhas carimbadas 

Todos os sábados pela parte da manhã — e não seria diferente nesse sábado de Feira —, um grupo de moradores da região do Pacaembu marca presença em frente ao estádio para uma tradicional troca de figurinhas. “Aqui tem figurinhas de todos os álbuns: antigos, novos, dos mais difíceis de encontrar cromos, os da última Copa. Agora, a troca principal é a das figurinhas da Copa do Mundo feminina”, disse um dos integrantes do grupo.


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Poesia ao vivo

À tarde, o estande do Sesc recebeu o poeta Daniel Viana para uma sessão de escrita de poemas com participação do público. Quem passava por lá podia sugerir palavras, e Viana escrevia na hora, em uma máquina de escrever. A pequena Eliz, que passou por ali acompanhada da tia, Flávia Possani, escolheu rosto, vento e sozinho. E ganhou o poema “Alimento”: “Senti o vento/ lavando o meu rosto/ abri a boca/ para saborear o gosto/ o tempo da ventania./ Agora, não sou mais sozinho/ pois carrego dentro de mim/ um pouco mais de poesia”.


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De pai para filho

O cantor e compositor Tim Bernardes passou pela Feira do Livro neste sábado, 10, para tietar o pai, o também músico Maurício Pereira, que lançou seu primeiro livro, Minha cabeça trovoa: as letras que eu fiz e suas histórias, na tenda da editora Mireveja. Uma família de músicos, que não deixam de ser escritores, mas também de leitores?

“Acho que cada um de um jeito. Meu pai é muito, mas eu demorei para virar um leitor de livros. Eu sempre fui um leitor de letras. Depois, eu sou tão doido por música que eu ficava lendo biografias de músicos, livros sobre as gravações dos discos. Então, a leitura de prosa e poesia ficou meio intocada por bastante tempo, o que foi ótimo, porque, quando eu leio, a sensação de impacto numa mente virgem é grande”, contou.


[O músico Tim Bernardes/ Divulgação]

Bernardes diz que ultimamente tem lido muita filosofia, metafísica e psicologia, mas ainda não tinha tido tempo de circular pela feira para fazer novas aquisições. Mesmo assim, disse já estar adorando. “Eu tô gostando muito. Eu adoro aqui o estádio do Pacaembu, astral total. Agora eu quero passear em todos os estandes pra ver se eu levo alguma coisa.”

Fãs da Geni

Alunos de de Luana Chnaiderman, mediadora da mesa Louças de Família, vieram à Feira conhecer Geni Guimarães, de quem estudam os textos na escola, e aproveitaram para fazer uma selfie coletiva com a autora. “Vim ver a Geni porque acho ela uma mulher muito importante, muito legal, eu adorei o livro. Conheci a Geni na escola e agora consegui conhecer ela pessoalmente, foi uma das melhores experiências. Ver ao vivo foi muito bom. Fiquei sentada lá atrás, mas mesmo assim foi muito bom”, contou a estudante Maria Lua, 11.


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Dama da literatura infantil

Por volta das 14h30 desta sexta, 9, A Feira do Livro foi agraciada com a presença da grande dama da literatura infantil Ruth Rocha na tenda 38 — que leva o nome da autora e está vendendo todos os seus grandes sucessos. “Vim dar uma passadinha rápida”, disse ela, sentada na poltrona que a esperava desde o primeiro dia de feira.

Com uma fila se formando rapidamente diante da tenda, a escritora distribuiu abraços, beijos e autógrafos para crianças e adultos que as acompanhavam. Foi o caso de Denise Villar que, a princípio, veio passear com os filhos, mas acabou se sentindo criança de novo: “Li Marcelo, marmelo, martelo quando tinha uns nove anos, que hoje é a idade de um dos meus filhos. Ver a própria Ruth aqui hoje é poder mostrar um pouquinho da Denise criança que eu já fui para os meus filhos.”
 


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Leitores orgulhosos 

No clima da Parada do Orgulho LGBT+, que ocorre em São Paulo neste domingo, 11, diversas tendas estão destacando livros de autores e temáticas LGBTQIA+. Na Companhia das Letras, a seção “Leia com orgulho” traz títulos como Manual do minotauro, da Laerte, Notas de um filho nativo, de James Baldwin, e Heartstopper, de Alice Oseman. Já a estante “Toda forma de amor”, da Livraria Dois Pontos, indica O parque das irmãs magníficas, de Camila Sosa Villada, e o lançamento Novas fronteiras das histórias LGBTI+ no Brasil, organizado por Paulo Souto Maior e Renan Quinalha, colunista da Quatro Cinco Um.

A Livraria da Travessa traz a seção “Estudos de gênero”, com títulos como O segredo da força sobre-humana, de Alice Bechdel. Na HarperCollins, o livro A gente se vê na parada, de autoria coletiva, tem lugar de destaque. Gênero queer, de Maia Kobe, é a estrela da tenda da Tinta-da-China Brasil, editora integrante da Associação Quatro Cinco Um, onde estão sendo distribuídos adesivos com pronomes neutros, femininos e masculinos para o público se identificar.


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Realejo literário  

No melhor estilo dos antigos realejos, a escritora Sophie Nadas andou pela Feira do Livro com uma gaiola cheia de bilhetes a serem distribuídos entre os visitantes. Em cada pequena folha havia trechos de seus livros, a coletânea de contos Desboto (Viseu) e o livro de poemas Concha vazia (Patuá), ambos à venda, respectivamente, nas tendas das editoras. Foi a maneira simpática que a autora pensou em divulgar seu trabalho entre novos leitores. “Acho que a literatura tem que ser livre, para todos”, disse.


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Origamis  

Na tenda do Sesc, uma oficina de origami atraiu crianças e pais. A artista-orientadora Liana Yuri Shimabukuro convidava o público a produzir marcadores de livros com refugos gráficos, papéis de livros em que a impressão saiu errada. Paulo acompanhava os dois filhos, Nicolás, 10, e Catarina, 5, que estavam entretidos com as dobraduras. “A gente sempre traz eles em feiras literárias, viemos ano passado também. Sempre tem coisas interessantes para as crianças. Ainda mais que a gente vive nesse mundo conectado o tempo todo. Precisa desacelerar em alguns momentos”, afirmou.


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Olha o passarinho!

Quase escondida na tenda da Global, uma cabine de fotos fazia a alegria de quem passava por ali. Era só entrar, fazer cinco poses e sair com as fotos impressas — dá até pra usar como marcador de livros. E, claro, o post nas redes também é garantido: um QR code permite baixar o vídeo das poses para as fotos. Quem aproveitou a cabine na quinta, 8, foi a jornalista Roberta Martinelli, acompanhada da filha Rosa. Roberta conduz uma conversa com o escritor Milton Hatoum no domingo, às 11h45, na mesa Relatos de um certo país, que será transmitida pela Rádio Eldorado.

Vinho ao ar livre 

Com a sensação térmica beirando os 29 graus no Pacaembu nesta sexta, 9, nada mais apropriado do que um vinho geladinho para se refrescar. Foi o que pensou o pesquisador Luiz Felipe Zago, que veio à Feira munido do seu cooler e uma garrafa de vinho branco. Morador de Santa Cecília, ele veio preparado para passar o dia no festival literário e assistir principalmente às mesas da socióloga Patrícia Hill Collins e do poeta Jericho Brown.


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Feira pet friendly

Não são só os humanos que estão aproveitando as atrações d’A Feira do Livro. Muitos pets também têm marcado presença na praça Charles Miller, seja passeando entre as tendas das editoras e livrarias ou na plateia das mesas literárias.

É o caso do Tropeço, um “vira-lata vegano e fã da Bela Gil”, como contaram as tutoras Rebeca Bitencourt e Luisa Teccin. No Palco da Praça, ele acompanhou atento às falas da chef e apresentadora e da mixologista Néli Pereira. Quem também estava na plateia da mesa era Pipoca, um simpático lulu da Pomerânia que veio acompanhado do tutor, o gastrônomo Carlos Alberto Marques. “Estamos felizes de estar n’A Feira. Viemos assistir às mesas relacionadas à gastronomia”, disse ele.


[Gabriel Guarany/Divulgação]
 

De beijinho em beijinho 

Às 14h, os autores marroquino Abdellah Taïa e o suíço-camaronês Max Lobe autografaram os exemplares de Um país para morrer (Nós) e A trindade bantu ( Âyiné) na Tenda de Autógrafos da Livraria Dois Pontos. Entre os intervalos de leitor para leitor, Max Lobe aproveitava para repassar o batom roxo quase uva para que todos os autógrafos fossem acompanhados de um de seus beijos.


[Sean Vadaru/Divulgação]

Licor de cupuaçu de São João

Durante toda a quinta, a fim de comemorar as festas juninas e a festa de São João, a editora Solisluna estava oferecendo uma dose de licor de cupuaçu de Cachoeira, no Recôncavo Baiano, para cada um que viesse ao estande. A editora baiana, que está comemorando trinta anos, é focada na publicação de livros infantojuvenis, mas a bebida docemente alcoólica era destinada apenas para os pais e adultos que acompanhavam as crianças na tenda.


[Divulgação]
 

Pequenos entrevistadores

A Folhinha, espaço de interação para o público infantil da tenda da Folha de S.Paulo, promoveu um encontro das crianças com o colunista Marcelo Duarte, responsável por desvendar as perguntas que os pequenos mandam semanalmente para o jornal. Com almofadas em frente ao palquinho, quem passava podia assistir aos mini-repórteres entrevistando o jornalista.


[Gabriel Guarany/Divulgação]

Bach ao ar livre

Carvalho, violoncelista, tocou Bach n’A Feira do Livro enquanto crianças pequenas se aglomeravam ao seu redor. “Acordei, busquei ‘eventos, feriado Corpus Christi, São Paulo’ na internet e vim para cá”, diz. “As crianças amam Bach. Elas imediatamente se interessam, é impressionante como elas têm essa sensibilidade. Os adultos infelizmente não compartilham isso.” No YouTube, é possível ouvir sua música no canal @carvalhovioloncelo8182.


[Gabriel Guarany/Divulgação]

Apoio de mãe

A Delirium recompensa leitores que fizerem compras acima de R$ 120 em livro com uma bolsinha de crochê, que Maria Alice P. Oliveira, septuagenária e mãe do editor e escritor Flavio P. Oliveira faz para incentivar os negócios do filho. Direto do Rio de Janeiro, Flavio trouxe também o cachecol feito por sua mãe  para sobreviver ao inverno paulistano. “Tem gente que quer comprar, mas eu não vendo. É um incentivo pra comprar os livros”, diz Flavio.


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Clima verão

A tenda da Todavia, além de decorada com um painel de capas e a planta Espada de São Jorge, aludindo à capa de Torto arado, de Itamar Vieira Junior, tem cadeirinhas de praia de varias cores — azul e rosa, tons de verde, laranja — complementando o clima de verão desses lindos dias de sol e oferecendo uma ótima opção pra quem quiser fazer uma pausa.


[Gabriel Guarany/Divulgação]

5 por R$15 

Quem estiver no mood de decorar a casa com mais do que estantes coloridas, a Taschen está vendendo kits de posters. Os envelopes de tamanho A3 contém cinco fotos e custam R$ 15. Os visitantes podem escolher envelopes com diferentes temas: épocas, como os anos 70; paisagens, como a da Islândia; e motores, como carros e aviões.


[Gabriel Guarany/Divulgação]

Datilografia

Na tenda das bancadas, que reúne cerca de trinta editoras independentes e até um sebo, uma mesa com máquinas de escrever em ótimo estado chama a atenção. As máquinas estão à venda, a partir de R$ 900, na bancada da Plataforma 9, iniciativa jornalística de Niterói (RJ) que publica artigos e livros de bolso. A tenda das bancadas fica em frente ao Museu de Futebol.


[Gabriel Guarany/Divulgação]

“Nós promovemos uma renascença das máquinas”, conta Saulo Neto, que integra o grupo Mecanógrafos Autodidatas, que garimpa e restaura as velhas companheiras de escritores e as deixa prontas para uso. “Não é só por uma questão nostálgica, muitas pessoas preferem escrever em máquinas”, afirma. 

Vai um cafezinho?

Nada combina mais com uma boa leitura do que um cafezinho, né? N’A Feira do Livro não vai faltar. Pelo menos é o que garante o pessoal da tenda do Nescafé, que espera servir pelo menos 2 mil doses da bebida, gratuitamente, por dia de festival literário. Localizada bem ao lado do Palco da Praça, a tenda serve três tipos de café: intenso, equilibrado e suave. Ao lado, há ainda um lounge com sofás confortáveis para descansar depois de bater perna pelo evento.


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Doces juninos e mais brindes

Paçoca, pé de moleque, maçã do amor e outros doces juninos são a aposta da editora Record para atrair os visitantes d’A Feira. Os doces são oferecidos aos leitores na compra de qualquer um dos títulos da editora. Já quem fizer compras acima de R$ 150 pode escolher entre vários brindes, como uma capa de almofada ou canecas ilustradas com grandes autoras, como Rachel de Queiroz ou bell hooks. 


[Gabriel Guarany/Divulgação]

Leitura bilíngue

O autor suíço-camaronês Max Lobe lê trechos do seu livro A trindade bantu, (Âyiné), em francês, língua original do romance, enquanto o paulistano Diogo Bercito faz a leitura em português, às 15h, na tenda da livraria Megafauna. Após a leitura, os autores respondem a perguntas do público. O evento tem tradução.

Nascido em Camarões, Lobe vive na Suíça desde os dezoito anos. É autor de romances e contos que abordam temas como homofobia e imigração. Em seu site (maxlobe.com), escreve sobre suas experiências como homem negro africano e queer. O escritor veio à feira com o apoio da Fundação Suíça para a Cultura Pro Helvetia América do Sul 

Mais cedo, às 11h45, Lobe conversa no Palco da Praça com o franco-marroquino Abdellah Taïa. Os dois autores são destaque da nova geração literária em língua francesa. A mediação é de Diogo Bercito.

Escritor e jornalista especializado em estudos árabes, Bercito é autor de Brimos (Fósforo), sobre a imigração sírio-libanesa no Brasil, e estreou na ficção com Vou sumir quando a vela se apagar (Intrínseca), que tem como protagonista um camponês sírio apaixonado por seu amigo de infância. Bercito estará no Palco da Praça no sábado, 10, às 17, com a francesa Fatima Daas, autora de A última filha (Bazar do Tempo), em uma conversa sobre literatura e identidades LGBTQIA+ mediada por Paula Carvalho, editora de podcasts da Quatro Cinco Um.


[Gabriel Guarany/Divulgação]

Sessões de autógrafo

Na tenda das editoras Boitempo, Boitatá e Vêneta estão programadas várias sessões de autógrafos com autores. A programação começa nesta quinta, 8, às 11h, com a presença do psicanalista Christian Dunker, autor, entre outros, de A arte da quarentena para principiantes (Boitempo, 2020). Na sexta, 9, Patricia Hill Collins, uma das mais influentes pensadoras do feminismo negro, também encontra os fãs na tenda, às 17 horas.

No sábado, às 11h, é a vez do quadrinista Marcelo D’Salete, autor de Mukanda Tiodora (Vêneta, 2022) autografar seus livros. E, no domingo, a cantora e compositora Anelis Assumpção autografa o seu Serena finitude (Vêneta, 2022), história infanto-juvenil inspirada na sua relação de infância com a irmã Serena.


[Gabriel Guarany/Divulgação]

Matéria publicada na edição impressa #70 em maio de 2023.