A FEIRA DO LIVRO 2026,
O que vai rolar — dia por dia — n’A Feira do Livro 2026
Festival literário gratuito reúne mais de 100 autores convidados de 30 de maio a 7 de junho no Pacaembu, em São Paulo
14maio2026 • Atualizado em: 29maio2026A Feira do Livro 2026 tem duração de nove dias, entre 30 de maio (sábado) e 7 de junho (domingo), pegando o feriadão de Corpus Christi. Todas as informações sobre a programação oficial serão publicadas na plataforma afeiradolivro.com.br, que deve ser considerada a fonte oficial para consultar dias, horários e composição das mesas, bem como eventuais alterações na programação oficial e na paralela.
A programação oficial, realizada em três palcos simultâneos — o Palco da Praça; o Auditório do Museu do Futebol, no Museu do Futebol; e o Espaço Rebentos, voltado para o público infantojuvenil —, começa a todo vapor no primeiro fim de semana, desacelera um pouco de segunda a quarta-feira, e volta com força máxima da quinta-feira (feriado de Corpus Christi) até o encerramento, no domingo.
A programação paralela, que tem curadoria dos expositores e parceiros d’A Feira do Livro, acontece nos três Tablados Literários — Espaço Motiva, Tablado Mário de Andrade e Tablado Bubu — e será anunciada em breve, também na plataforma afeiradolivro.com.br.
Saiba mais: Veja a lista completa de convidados d’A Feira do Livro 2026
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Os espaços expositivos permanecerão abertos durante todo o período d’A Feira do Livro 2026. Aos sábados, domingos e feriado das 10h às 20h, e com horário reduzido de segunda a quarta, das 14h às 21h. Veja a seguir os destaques da programação oficial, por dia:
Sábado, 30 de maio
O festival literário paulistano abre os trabalhos no sábado (30), no Palco da Praça, com uma dupla de bambas cariocas: o romancista Alberto Mussa e o historiador Luiz Antonio Simas, dois eruditos em matéria de cultura popular do Rio de Janeiro, numa conversa sobre ancestralidade e espiritualidade afro-brasileira. A brasilidade também é a tônica da mesa seguinte, que reúne a chef paulistana Bel Coelho, a antropóloga amazonense Inara Nascimento e a pesquisadora fluminense Rute Costa num debate sobre a influência negra e indígena na nossa cultura alimentar.
À tarde, a política brasileira entra na pauta com um bate-papo entre dois jornalistas que atuaram na linha de frente da cobertura do poder no Brasil: a fotógrafa e repórter Gabriela Biló e o editor Eduardo Scolese. A mesa tem curadoria da Folha de S.Paulo.
O romancista italiano Sandro Veronesi terá um esperado encontro com o público paulistano, com mediação do jornalista Ruan de Sousa Gabriel. A política retorna ao Palco da Praça com um episódio especial ao vivo do Foro de Teresina, podcast da revista Piauí, com Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros.
Já no Auditório do Museu do Futebol, que fica no Museu do Futebol, o primeiro dia do festival literário paulistano é marcado pela presença de autores notáveis, de diferentes origens e sensibilidades, em mesas de poesia, literatura e memória. A primeira conversa do dia traz dois expoentes da poesia e da prosa brasileira, numa conversa sobre palavras, prosa e poesia: o poeta carioca Eucanaã Ferraz e a ficcionista paulistana Noemi Jaffe. Em seguida, a produtora cultural norte-americana Tracy Mann, que é uma das curadoras do festival SXSW, em Austin, no Texas, conversa com o autor carioca J.P. Cuenca sobre seu volume de memórias, ambientado na Bahia dos anos 70.
A mesa seguinte reúne duas autoras de livros que falam de maternidade — a catalã Mar García Puig e a jornalista paulistana Marcella Franco —, com mediação da também jornalista Tatiana Vasconcellos. O dia se encerra no auditório com um encontro da romancista russa de origem azerbaijana Egana Djabbarova com o poeta e artista paulistano Alberto Martins, que devem abordar temas como o exílio, a língua literária e os encontros entre a tradição russa e a poesia brasileira, com mediação da tradutora e jornalista Marina Darmaros.
Domingo, 31 de maio
O domingo começa com uma conversa da jornalista paulistana Roberta Martinelli, que conduz um dos principais clubes do livro do país, com a autora curitibana Giovana Madalosso, que se apresenta pela primeira vez n’A Feira do Livro como autora convidada — em 2023, Madalosso participou como uma das articuladoras da foto Um Grande Dia para as Mulheres, que reuniu mais de 400 autoras e ganhou alcance internacional.
No Auditório do Museu do Futebol, o colombiano Mario Mendoza, o paraibano Cristhiano Aguiar e o chileno Andrés Montero cruzam fronteiras e latitudes: o noir urbano de Bogotá, o gótico nordestino de Campina Grande e a literatura oral andina; a jornalista Paula Carvalho faz a mediação.
Em seguida, o artista visual mineiro Eustáquio Neves lança um volume sobre sua trajetória na fotografia em mesa realizada em parceria com a feira de arte contemporânea ArPa, que acontece no mesmo fim de semana, na Mercado Livre Arena Pacaembu. Neves é um dos artistas com obras na seleção oficial da Bienal de Veneza.
À tarde, no Palco da Praça, o historiador português Rui Tavares apresenta seu recente ensaio sobre as guerras culturais através dos tempos, em entrevista ao jornalista Marcos Augusto Gonçalves, editor da Ilustríssima, da Folha de S.Paulo. A mesa faz parte da programação de debates organizada pelo jornal em parceria com A Feira do Livro.
A escritora e psiquiatra Natalia Timerman e a jornalista Camila Appel conversam com Beatriz Muylaert, editora executiva da Quatro Cinco Um, sobre seus livros, que abordam, sob diferentes perspectivas, o envelhecimento e a morte. Em seguida, o escritor mineiro Frei Betto apresenta seu novo romance, sobre religião e memórias da ditadura, e repassa sua trajetória na literatura, na vida religiosa e na história do país.
O domingo traz ainda duas mesas de destaque para o público LGBTQI+, ambas no Auditório do Museu do Futebol: o lançamento, pelo poeta paulista Ricardo Domeneck, de uma antologia de poesia brasileira gay masculina, e a conversa entre dois romancistas que exploram masculinidades negras e LGBTQI+ na ficção: o nigeriano Chukwuebuka Ibeh e o gaúcho Stefano Volp, com mediação de Amauri Arrais, editor da Quatro Cinco Um.
A noite termina no Palco da Praça, com a romancista colombiana Pilar Quintana, destaque da literatura contemporânea internacional. A autora lança no Brasil seu novo romance, em conversa com o também romancista Joca Reiners Terron.
Dias úteis
Nos três dias úteis d’A Feira do Livro — segunda (1), terça (2) e quarta (3) — a programação oficial será mais enxuta, porém com grandes autores e temas de destaque para a literatura, a ciência e a cultura.
A segunda-feira começa no Palco da Praça com uma conversa entre dois jovens poetas paulistanos: Ana Estaregui e Bernardo Ceccantini, com mediação de Irene de Hollanda, curadora do festival Poesia no Centro.
No começo da tarde, dois jornalistas apresentam no Pacaembu a vida de dois grandes nomes do esporte brasileiro: Pedro Bial, que escreveu sobre Isabel Salgado, estrela do vôlei olímpico, e Uirá Machado, que biografou Mequinho, gênio brasileiro do xadrez.
O dia termina — e a noitada começa — com os jornalistas Camilo Rocha e Gaía Passarelli evocando memórias musicais e a cultura da noite paulistana: da cena eletrônica às drag queens que animaram a cidade nos anos 1990 e 2000.
A segunda-feira fecha com um dos autores mais influentes dos últimos anos em todo o mundo, o norte-americano Charles Duhigg, autor do best seller O poder do hábito, que vem ao Brasil para o Arco Day, evento promovido pela Arco Educação, e que terá um encontro com o público paulistano no Palco da Praça.
Na terça-feira, mais um ícone brasileiro será lembrado: Dercy Gonçalves. Sua biógrafa, a jornalista Adriana Negreiros, vai participar de uma edição ao vivo do 451 MHz, conduzida pela poeta e colunista do podcast Bruna Beber.
No fim da tarde da terça, o Palco da Praça vai receber uma edição presencial do Clube de Leitura de Literatura Japonesa da Japan House São Paulo com a Quatro Cinco Um, vai discutir o romance Doce Tóquio, de Durian Sukegawa, traduzido por Sandra Keika, com mediação da diretora cultural da Japan House São Paulo, Natasha Barzaghi Geenen, e do diretor de redação da revista dos livros, Paulo Werneck. A participação no clube é gratuita e aberta a todos os leitores, que todo mês discutem uma grande obra da literatura japonesa traduzida no Brasil. A convidada da edição é a cineasta Marina Person.
Na quarta-feira, os livreiros independentes da cidade celebram e debatem no Palco da Praça uma das mais importantes iniciativas da cena editorial paulistana, o Mapa das Livrarias de Rua.
No final do dia, Gregorio Duvivier faz uma dupla participação: lança, em primeira mão no Pacaembu, Aos pés da letra, a versão em livro do espetáculo O céu da língua, com uma apresentação pocket da peça, e participa de uma edição especial ao vivo do podcast Calma Urgente!, com Bruno Torturra e Alessandra Orofino.
Quinta, 4 de junho
Na quinta-feira (4) começa o feriadão de Corpus Christi — e a programação retorna à sua capacidade máxima até o encerramento dos trabalhos, no domingo.
Os feriados, afinal, são os melhores momentos para curtir São Paulo, ainda mais ao ar livre, e por isso paulistanos e forasteiros já podem se organizar para aproveitar ao máximo a programação do festival literário. Para completar, a Parada do Orgulho LGBT+, no dia 7, deverá trazer milhares de turistas à cidade, e eles não vão deixar de dar um pulo no Pacaembu.
No Palco da Praça, o dia começa e termina celebrando a cultura negra do Brasil. De manhã, uma conversa sobre a presença dos orixás em nosso dia a dia com o sacerdote e estudioso das religiões afro-brasileiras João Tokunbó Carneiro e o professor Sidnei Barreto Nogueira. À noitinha, o sambista e escritor Nei Lopes encerra o dia com a apresentação no Pacaembu de seus últimos livros — uma autobiografia e o Dicionário de direitos humanos e afins.
O dia também terá destaques da nova geração de escritoras, como a paulistana Lilian Sais e a argentina Bárbara Belloc, que conversam com a editora Ana Lima Cecilio sobre as representações literárias do luto, do envelhecimento e da memória familiar.
No Auditório do Museu do Futebol, o argentino Alejandro Droznes apresenta seu livro mais recente, que fala da história latino-americana a partir de várias edições da Copa Libertadores da América em conversa com Fabio Luis Barbosa dos Santos.
No mesmo dia, a autora mapuche Daniela Catrileo, vinda do Chile, conversa com o escritor Daniel Munduruku sobre cultura indígena, colonialismo e literatura.
Um dos mais inventivos designers brasileiros em atividade, Gustavo Piqueira lança o livro sobre sua trajetória e conversa sobre design e cultura do livro com Ana Mosqueda, fundadora da editora argentina Ampersand, que participa d’A Feira do Livro como expositora, em estande compartilhado com a Lote 42 — a primeira participação internacional entre os expositores do festival literário paulistano. A mediação é de Marisa Midori, pesquisadora da história do livro.
Em sua primeira visita ao Brasil, o filósofo e botânico italiano Stefano Mancuso, pioneiro da neurobiologia vegetal, apresenta no Palco da Praça seu livro mais recente, sobre como a organização das plantas pode inspirar novas formas de conceber as cidades. A mediação fica a cargo da jornalista de ciências Maria Guimarães.
A quinta-feira traz também um debate de alta temperatura geopolítica e jornalística: um encontro, no Auditório do Museu do Futebol, com o cientista político norte-americano Norman Finkelstein, uma das vozes mais contundentes contra o genocídio na Palestina. Ele vem ao Brasil para o lançamento de um novo livro e será entrevistado pela repórter especial da Folha de S.Paulo Patricia Campos Mello.
Sexta, 5 de junho
Ponte de feriado, a sexta-feira começa no Palco da Praça com um encontro tête à tête com uma grande autora da literatura brasileira, a carioca Ana Maria Machado, que repassa sua trajetória de mais de meio século de dedicação à literatura para todas as idades. Hubert Alquéres, presidente da Academia Paulista de Educação, conduz a conversa. Mina de HQ, projeto pioneiro de quadrinhos de autoria feminina, celebra dez anos de existência com um debate com suas criadoras, Gabriela Borges e Dani Marino.
Mais tarde, a escritora francesa Estelle-Sarah Bulle, que tematiza suas raízes familiares em Guadalupe, divide o palco com a jornalista Bianca Santana, autora de um romance sobre sua avó baiana na periferia de São Paulo. A mediação é de Adriana Ferreira Silva.
O Brasil visto por crianças que viveram o fim da ditadura e a cultura dos anos 80 está no foco da conversa entre dois destaques do romance brasileiro contemporâneo, Chico Mattoso e Maria Brant.
O dia traz ainda debates relevantes para a pauta contemporânea, como a radicalização política, a emergência climática, o endividamento em tempos de consumismo digital e a educação midiática.
Uma agenda para desradicalizar arenas em disputa na sociedade brasileira, como a segurança pública, a educação e as redes sociais, por exemplo, é o tema do livro a ser lançado em debate n’A Feira do Livro pelos pesquisadores Conrado Hübner Mendes, Fernando Romani Sales Pronto e Nina Santos, todos do Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo (LAUT). A mediação é de Antonio Mammi, jornalista e editor-chefe do Nexo.
O geógrafo Kauê Lopes dos Santos e a ensaísta argentina Paula Sibilia debatem o consumismo na era digital e a dimensão simbólica das coisas que compramos, em uma conversa mediada pela escritora e roteirista paulistana Tati Bernardi.
A pesquisadora Januária Cristina Alves debate educação midiática e subjetividade na era das redes. O economista Ricardo Abramovay e o ambientalista Luiz Villares, por sua vez, discutem Antropoceno, Amazônia e as perspectivas planetárias. A mediação é da jornalista Alexandra Ozorio de Almeida.
A sexta-feira termina com um encontro entre duas grandes autoras da literatura brasileira: a paulistana Mariana Salomão Carrara e a belorizontina Carla Madeira, com mediação de Iara Biderman, editora da Quatro Cinco Um.
Sábado, 6 de junho
O segundo sábado do festival literário paulistano abre com a romancista paulista Maria Valéria Rezende e o ensaísta carioca Felipe Charbel, que investigam os limites e conexões entre leitura e criação literária. A escritora Ana Paula Pacheco faz a mediação.
Protagonistas de momentos distintos da vida noturna paulistana, Erika Palomino e Julia Kumpera conversam com Renan Quinalha, responsável pela editoria especial da Quatro Cinco Um Livros e Livres, sobre suas obras, que retratam a cultura underground da cidade dos anos 60 à virada do século 21.
No Auditório do Museu do Futebol, o psicanalista Gabriel Tupinambá debate os cruzamentos entre psicanálise e pensamento contemporâneo.
No início da tarde, Natércia Pontes e Inés Bortagaray se encontram numa mesa que une o Ceará ao Uruguai pela voz de duas narradoras singulares.
Em uma mesa que olha para a história, o ativista Luiz Mott conversa com Renan Quinalha sobre a atuação da Inquisição da Bahia, que perseguiu a população gay no século 17.
O podcast Rádio Companhia, da editora Companhia das Letras, complementa a programação do sábado.
O Palco da Praça recebe um encontro singular, entre biógrafo e biografado: o crítico literário Silviano Santiago e o jornalista João Pombo Barile, sob a mediação do colunista da Quatro Cinco Um Paulo Roberto Pires, repassam décadas de trajetória intelectual.
O sábado se encerra com o jornalista mineiro Fernando Morais, expoente brasileiro da biografia, em conversa com a jornalista Mônica Bergamo sobre a trilogia em que conta a vida de Lula. A mesa faz parte da faixa Folha na Praça, realizada em parceria com a Folha de S.Paulo.
Domingo, 7 de junho
No domingo que encerra o festival literário paulistano, haverá uma atividade que já se tornou clássica, ainda que tenha sido realizada pela primeira vez no ano passado: o futebol dos autores. No campo da Mercado Livre Arena Pacaembu, onde os maiores craques brasileiros do esporte já jogaram, autoras e autores convidados vão disputar partidas amistosas.
Em 2025, a partida feminina terminou em 2 a 2, com gols de Marcela Dantas e Luana Maluf, pelo time preto, e de Nathalie Capeletti e Suleima Sena, pelo time azul. Entre os homens, o placar foi o mesmo, com gols de Vitor Pamplona e Marcelo Silva Antunes, pelo time branco, e de Plácido Berci e Felipe Poroger, pelo time preto. As inscrições para as partidas estão abertas.
O futebol também vai estar na pauta dos debates do Palco da Praça: os craques do humor Caíto Mainier e Daniel Furlan, da dupla Falha de Cobertura, do grupo humorístico TV Quase, lançam em primeira mão um livro no Pacaembu.
A jornalista Carol Pires e a psicanalista Vera Iaconelli seguem a manhã com uma edição ao vivo do Nem Todo Homem, a seção da newsletter Nem Toda Mulher, em que homens trocam cartas e refletem sobre masculinidade. Para esta edição, a dupla convidou o advogado Renan Quinalha e o ator Thomas Aquino.
A mineira Dona Rosinha traz para o Auditório do Museu do Futebol suas memórias e a tradição oral do quilombo Morro Santo Antônio, em Itabira, em uma conversa com a escritora Bianca Santana.
Antípodas geracionais, os paulistanos Reinaldo Moraes e Ian Uviedo conversam sobre escrita e gerações: o veterano lança um romance sobre noitadas sem fim em São Paulo ao lado do estreante que explora o diálogo entre um autor e uma inteligência artificial. Fernando Luna, colunista da Quatro Cinco Um, faz a ponte entre as duas gerações.
No final da tarde, o Palco da Praça recebe o educador Fernando José de Almeida para uma conversa sobre luto, com mediação de Robinson Borges.
A finitude e o envelhecimento estão na conversa entre Ana Claudia Quintana Arantes, especialista em cuidados paliativos, e o jornalista Uirá Machado, na última das mesas da faixa Folha na Praça, realizada em parceria com a Folha de S.Paulo.
O festival se encerra com um encontro entre o romancista Jeferson Tenório e o sociólogo José Vicente para uma conversa sobre cotas, negritude e o Brasil contemporâneo.
A Feira do Livro 2026
30 de maio a 7 junho
Sábados, domingos e feriado, das 10h às 20h
Segunda, terça e quarta-feira, das 14h às 21h
Praça Charles Miller, Pacaembu, São Paulo
afeiradolivro.com.br
@afeiradolivro
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JUNHO, 2026