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Quatro Cinco Um de setembro traz na capa Arundhati Roy
A indiana escreve sobre os protestos que tomaram a Índia em julho e fala sobre rebelião, escrita e o novo Meu abrigo, minha tormenta
01set2026
A edição de setembro da Quatro Cinco Um traz na capa Arundhati Roy. Em ensaio, a escritora e ativista indiana escreve sobre os protestos que tomaram as ruas da Índia em julho. Em entrevista a Beatriz Muylaert, Roy fala sobre rebelião, escrita e o recém-lançado Meu abrigo, minha tormenta. O especial conta ainda com resenhas de sua autobiografia e da edição comemorativa de O Deus das pequenas coisas, por Tais Leite de Moura. Capa: Zishaan A Latif.

A revista também traz textos sobre o tratado da tristeza infinita de Sigmund Freud, por Marilsa Taffarel; as memórias do exílio de Hisham Matar, por Paulo Roberto Pires; as lembranças de Jurandy Valença de um encontro com Caio Fernando Abreu, morto há trinta anos; Paloma Vidal e o lado de lá de Punta del Este, por Gabriela Aguerre; além de uma entrevista com o cardeal e poeta José Tolentino Mendonça, por Iara Biderman.

Paulo Sérgio Pinheiro revisita a história da ditadura brasileira em Olhares ianques, de Felipe Loureiro; Marina Helou propõe antídotos ao mundo virtual em Quem está formando os nossos filhos?, por Luciana Temer; Julia Kumpera resgata a história da noite lésbica paulistana, por Augusta da Silveira de Oliveira; a tradução inédita do persa para o português brasileiro dos poemas de Hafez, por Guilherme Gontijo Flores.

+ resenhas: Colcoz, de Emmanuel Carrère, por Kelvin Falcão Klein; Cavalo selvagem, de Yukio Mishima, por Walmir Gois; O fascínio das palavras, de Leonardo Fróes, por Henrique Marques Samyn; e De um jeito pra você, de outro pra mim, de Sofia Mariutti e Sophia Rousseaux, por Marcella Franco.

Mais Lidas
+ colunas: Juliana Borges e Djamilia Pereira de Almeida escrevem sobre conexões por meio da literatura e de viagens; Ondjaki fala sobre a saudade; Renato Parada fotografa Alexandre Vidal Porto; Iara Biderman entrevista Xico Sá; e Humberto Brito escreve sobre migração.
A edição de setembro destaca quinze livros e traz um listão com 108 lançamentos em 32 áreas:
- O tesoureiro: o esquema de corrupção, a fuga espetacular e a morte de PC Farias (Todavia), de Xico Sá.
- Meus amigos (Âyiné), de Hisham Matar. Tradução de Giovani T. Kurz.
- Na noite lésbica: o levante do Ferro’s Bar (Autêntica), de Julia Kumpera.
- Olhares ianques: a ditadura brasileira nos arquivos norte-americanos (Companhia das Letras), de Felipe Loureiro.
- Quem está formando os nossos filhos?: manifesto por uma infância e adolescência livres de telas (Tinta-da-China-Brasil), de Marina Helou.
- Luto e melancolia (Ubu), de Sigmund Freud. Tradução de Marilene Carone.
- Da taverna ao paraíso (Tabla), de Hafez. Tradução de Nicolas Voss.
- O fascínio das palavras: ensaios de literatura (Editora 34), de Leonardo Fróes. Organização de Cide Piquet.
- O Deus das pequenas coisas (Record), de Arundhati Roy. Tradução de José Rubens Siqueira.
- Meu abrigo, minha tormenta (Record), de Arundhati Roy. Tradução de Fernanda Abreu.
- Colcoz (Alfaguara), de Emmanuel Carrère. Tradução de Mariana Delfini.
- O lado de lá (Bazar do Tempo), de Paloma Vidal.
- Cavalo selvagem (Estação Liberdade), de Yukio Mishima. Tradução de Eunice Suenaga.
- Os enigmas singulares: antologia poética (Círculo de Poemas), de José Tolentino Mendonça.
- De um jeito pra você, de outro pra mim (Baião), de Sofia Mariutti e Sofia Rousseaux

