Pensar Fanon
K. Bhabha, Aimé Césaire, Françoise Vergès, Achille Mbembe, Stuart Hall, Sylvia Wynter, Deivison Faustino, Lola Young, Guillaume Sibertin-Blanc, bell hooks, Samah Jabr
Tradução de Allan Hillani, Fernando Scheibe, Juliana Pavão e Maria Chiaretti Editora Ubu // 320 pp • R$ 89,90
Na coletânea com textos de nomes fundamentais do pensamento negro e decolonial, Homi K. Bhabha, Aimé Césaire, Françoise Vergès, Achille Mbembe, Stuart Hall, Sylvia Wynter, Deivison Faustino, Lola Young, Guillaume Sibertin-Blanc, bell hooks e Samah Jabr escrevem sobre a presença da psicologia na obra do escritor martinicano.
“Vida curta, mas extraordinária. Breve, mas fulgurante, iluminando uma das tragédias mais atrozes do século XX e ilustrando de uma maneira exemplar a condição humana, a condição do homem moderno. Se a palavra engajamento tem um sentido, é com Frantz Fanon que ela o assume. Um violento, disseram sobre ele. E é bem verdade que Fanon se tornou um teórico da violência, a única arma do colonizado contra a barbárie colonialista.”
