Bate-papo de lançamento de
Quando borboletas furiosas se tornam mulheres negras: nós e os livros (Relicário) com a autora Cidinha da Silva, a jornalista e pesquisadora Etiene Martins e a ativista Áurea Carolina sobre a experiência de escritoras negras no mercado editorial, investigando suas tensões, desafios e formas de resistência. Na obra, a reflexão se organiza em três imagens — casulo, lagarta e borboleta — que representam os limites à criação, as cobranças constantes e a transformação dessa pressão em enfrentamento político e estético. A autora expõe mecanismos de controle e silenciamento e reivindica o direito à liberdade formal, à experimentação e à construção de novos imaginários.
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