Ministério da Cultura apresenta
Crianças na oficina Zine-imagem, no Espaço Rebentos (Camila Almeida/Terebi/A Feira do Livro)

Tablados Literários,

Brinquedo-livro, zine-imagem, ex-libris e outras diversões nos tablados e oficinas

15jun2026 • Atualizado em: 16jun2026
A escritora Selma Maria e a ilustradora Nina Anderson na oficina Brinquedo-livro (Camila Almeida/Terebi/A Feira do Livro)

Brinquedo-livro (31 de maio • Espaço Rebentos)

Papéis estampados, canetinhas, fitas e cola deram vida a novos livros no Espaço Rebentos na tarde do dia 31 (domingo). A escritora Selma Maria e a ilustradora Nina Anderson realizaram uma oficina de livro-objeto inspiradas em seu novo lançamento, A roda e a dobra (Casinha da Árvore). Com apoio do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), a atividade propôs enxergar o livro para além da leitura de um texto, como um objeto passível de criação. (Maria Eduarda Oliveira)

Oficina Zine-imagem no Espaço Rebentos (Camila Almeida/Terebi/A Feira do Livro)

Zine-imagem (31 de maio • Espaço Rebentos)

Dando continuidade à programação cultural do Espaço Rebentos, os artistas mirins participaram da oficina de zine-imagem ministrada pela artista gráfica Paula de Freitas. Crianças de quatro a onze anos exploraram técnicas de impressão artesanal, como monotipia botânica e entalhe em madeira, para criar narrativas visuais e transformar ideias em pequenas obras de arte.

Entre folhas pintadas, formas de animais carimbadas e muitas experimentações com tinta, os participantes deram asas à imaginação e descobriram, no zine, uma nova maneira de contar histórias. A atividade foi marcada por cores, criatividade, um pouco de lambança e muita diversão. (Malu Vieira)

Oficina Criando um ex-libris no Espaço Rebentos (Camila Almeida/Terebi/A Feira do Livro)

Criando um ex-libris (31 de maio • Espaço Rebentos)

O que um carimbo pode dizer? A artista Gabrielle Veríssimo esteve na tenda do Espaço Rebentos para promover uma oficina de ex-libris, técnica de carimbos que serve para identificar livros de maneira autêntica e única. Ao criar a própria marca através de gravuras em relevo, o leitor pode marcar um livro como seu. (Maria Eduarda Oliveira)

Pelo caminho das estrelas (31 de maio • Espaço Motiva Tablado Literário)

As autoras Mariana Mckenzie e Mariana Mazzi e a ilustradora Bruna Martins contaram sobre a construção do livro Pelo caminho das estrelas(Solisluna, 2025), infantojuvenil que une ciência e tradição oral para ensinar astronomia para as crianças. Por meio da trajetória de uma pequena andorinha em migração, as autoras, ambas professoras de biologia, buscaram apresentar outras formas de ver o mundo, fugindo do eurocentrismo. (Gabriela Caputo)

A colagem como linguagem artística (31 de maio • Tablado Literário Mário de Andrade)

“Queríamos mostrar a ciência dos povos originários, para a qual costumamos olhar como mero folclore, fantasia. O que eles fazem também é ciência — são conhecimentos muito antigos”, diz Mckenzie. Um exemplo é a constelação do Homem Velho, parte da cultura indígena tupi-guarani, que agrupa estrelas das constelações ocidentais de Órion e Touro e era usada para identificar mudanças de estações.

O escritor Peter O Sagae e a editora e pesquisadora de literatura infantil Juliana Pádua conversaram sobre a colagem como linguagem artística. Peter O Sagae falou sobre seu livro Coisa, coisas (Barbatana, 2023). “É um livro difícil de classificar — mistura a ideia de abecedário, silabário e imaginário. Mas também gostaria que fosse lido como um livro de poemas”, disse. Juliana Pádua concordou: “É uma cartilha de letramento poético que convida o leitor a experimentar as possibilidades de leitura a partir do jogo de palavras”, afirmou. “É um livro tradicional no formato, mas com a estrutura de um livro brincante, apesar de não ter som ou abas que abrem.” (Beatriz Souza)

Futebol para todos (31 de maio • Espaço Rebentos)

O Espaço Rebentos estava em clima de Copa na tarde de domingo (31), segundo dia d’A Feira do Livro. Os pequenos (e grandes) leitores aproveitaram a tarde ensolarada para assistir a uma conversa entre os escritores Leo Cunha e Tino Freitas e a ilustradora PriWi sobre o lançamento de É dia de futebol (Brinque-Book, 2026).

Inspirado na filha de Tino Freitas — portadora da doença degenerativa Atrofia Muscular Espinhal (AME) —, É dia de futebol conta a história da primeira vez de Clarice, uma menina de cadeira de rodas, no estádio. Durante a conversa, assuntos como a luta pelo reconhecimento feminino no futebol e acessibilidade foram pauta. “O futebol é um lugar onde todos nós podemos torcer”, disse Tino Freitas. (Malu Vieira)

Como cuidar de quem cuida? (31 de maio • Tablado Literário Mário de Andrade)

A psicanalista Luciana Pires e a jornalista Daniela Arrais conversaram sobre os desafios da parentalidade no mundo contemporâneo durante a mesa Como cuidar de quem cuida?. Partindo do famoso provérbio que diz “é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança”, as convidadas discutiram como a ideia de aldeia se torna uma falsa promessa em um contexto marcado pela individualidade e uma espécie de vilanização das crianças (em muitos lugares, proibidas até mesmo de entrar).

Pires evocou a construção de um olhar mais generoso com a maternidade, que inclua uma comunidade mais ampla, questionando como a psicanálise pode colaborar para a individualização. “Cuidar de outra vida, não só de filhos, traz encantamento e assombro na mesma moeda”, disse. Arrais concluiu: “Ninguém quer incomodar, mas viver é estar em relação, e nossas crianças estão também”. (Gabriela Caputo)

Zines narrativos (1º de junho • Espaço Rebentos)

No início da tarde de segunda-feira (1), A Feira do Livro recebeu um grupo de crianças e adolescentes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental para a oficina Zines narrativos, no Espaço Rebentos. Os jovens da EE João Álvares de Siqueira Bueno, de Guarulhos, acompanhados de duas professoras, fizeram pequenas artes a partir de papel sulfite colorido. Dobraduras, recortes e ilustrações feitos com materiais diversos permitiram criar os “zines” — publicações artesanais que expressam a individualidade de cada um. 

Entre o grupo, teve quem gostou tanto que fez mais de uma revistinha. Alguns mostraram habilidade para os desenhos — uma adolescente reproduziu A noite estrelada, de Van Gogh, com giz pastel —, outros se empolgaram com os carimbos disponibilizados, em uma variedade de pequenas figuras. A atividade contou com apoio e mediação da Pinacoteca de São Paulo e organização da Motiva. (Gabriela Caputo)

Estes livros não são (só) para ler sentado (2 de junho • Espaço Motiva Tablado Literário)

Durante a mesa Estes livros não são (só) para ler sentado!, na tarde de terça (2), a escritora e pesquisadora de literatura infantil Juliana Pádua reforçou a importância de subverter nossas relações com o objeto livro. Para ela, a experiência pode ir muito além da leitura e se tornar uma brincadeira. 

Ela reconheceu, no entanto, a dificuldade dos leitores nesse sentido: muitos manterão intactos inclusive os livros que trazem instruções para que suas páginas sejam rasgadas ou rabiscadas. (Lúcia Nascimento)

A autora Julia Rettmann e a ilustradora Mariana Poppovic durante a mediação de leitura do livro O que a gente vai fazer? (Nilton Fukuda/Terebi/A Feira do Livro)

O que a gente vai fazer? (4 de junho • Espaço Rebentos)

A abertura do Espaço Rebentos na manhã de quinta (4) foi uma mediação de leitura do livro O que a gente vai fazer? (Baião), com a autora Julia Rettmann e a ilustradora Mariana Poppovic. “A gente ativou a contação a partir da pergunta que é o título do livro. E foi interessante porque todas as crianças participaram”, comentou Rettmann. A conversa com os pequenos explorou, assim, soluções improváveis para o dilema apresentado no livro: um sapo que pula para fora de uma mala de viagem, apavorando os avós e seus netos.

O livro marca a estreia de Rettmann, que é arquiteta especializada em jardins e se inspirou num caso real para imaginar essa história. A obra também marca o primeiro trabalho da designer e artista Poppovic na literatura infantojuvenil. (Gabriela Caputo)

Oficina Caderneta de registros no Espaço Rebentos (Nilton Fukuda/Terebi/A Feira do Livro)

Caderneta de registros (4 de junho • Espaço Rebentos)

No Espaço Rebentos, na quinta-feira (4), a artista Juliana Araujo, do Ateliê Criativo, ensinou como confeccionar uma caderneta. Da colagem da capa até a costura das páginas, a oficina usou materiais simples e acessíveis, para que o público conseguisse reproduzir o trabalho em casa.

“Hoje em dia a gente acaba ficando muito na tela, muito no celular”, disse Araujo. A ideia de produzir uma caderneta, para escrever ou desenhar nela, é incentivar a produção artística, sem depender de aparelhos eletrônicos para perceber e ocupar o mundo de maneira ativa. (Maria Eduarda Oliveira)

Oficina Beabá originário no Espaço Rebentos (Nilton Fukuda/Terebi/A Feira do Livro)

Beabá originário (4 de junho • Espaço Rebentos)

Na tarde ensolarada de quinta (4), o Espaço Rebentos recebeu a oficina Beabá Originário, com Maroca Sampaio e Carla Otta. A atividade convidou os participantes a montar um alfabeto único a partir da criatividade e brincar com as palavras e seus significados. Com lápis e canetas, o público escolhia uma palavra e desenhava-a em folhas de papel, para depois trocá-las entre si, com o intuito de construir uma linguagem própria. (Maria Eduarda Oliveira)

Oficina Histórias em camadas no Espaço Rebentos (Nilton Fukuda/Terebi/A Feira do Livro)

Histórias em camadas (4 de junho • Espaço Rebentos)

Uma atividade em torno da colagem foi organizada no Espaço Rebentos no fim de tarde do dia 4 (quinta-feira).  “A colagem é uma das vertentes mais democráticas [na arte]”, diz o artista Léo Daruma, responsável por conduzir a dinâmica. Segundo ele, “você não precisa saber ler, você não precisa saber escrever, não precisa manjar de teoria de cor, de proporção, nada. É só você montar as peças no lugar que você acha que está certo”. Para Daruma, essa e outras atividades artísticas ajudam as pessoas a cultivar a imaginação. (Maria Eduarda Oliveira)

Os livros e a produção gráfica na prática (4 de junho • Espaço Rebentos)

Na oficina Os livros e a produção, com a jornalista e editora Cecilia Arbolave, autora de O livro de fazer livros: produção gráfica para edições independentes (Lote 42, 2024) e Sapos e sonhos (Livraria Gráfica, 2024), foi possível aprender sobre como os livros são produzidos.

O encontro proporcionou uma conversa sobre o universo editorial a partir de títulos presentes n’A Feira, como Cadê o sono da Stella? (Boitatá, 2025), A incrível expedição dos robôs (Solisluna, 2025) e Pangeia (2026). Arbolave falou sobre as técnicas de impressão, edição e manuseio até que uma publicação ganhe vida.

 “É legal valorizar o livro impresso, pensar que, se ele tem essa forma, não é [por acaso]. Houve decisões conscientes, escolhas. E é legal pensar [nisso], porque aí a gente lê o livro de outra maneira”, disse. (Maria Eduarda Oliveira)

Crianças e o excesso de tela (4 de junho • Espaço Motiva Tablado Literário)

Os autores Jaminho Alves e Luís Lodi conversaram sobre a importância do livro para as crianças, especialmente quando se passa muito tempo na frente de telas. “Pais leitores, filhos leitores”, lembrou Lodi, que é autor de Bê e o lagartinho (Ipê das Letras, 2023). Ele destacou o papel fundamental dos pais na formação dos pequenos leitores, mesmo antes das crianças serem alfabetizadas. 

“Ainda que os pais não gostem de ler, precisam ter consciência da importância da leitura e fazer o movimento de trazer livros para casa”. Para Jaminho Alves, autor, junto a Liz Oliveira, de Rovô (ils. Francine Oliveira Torassi, Ipê das Letras), o que faz as crianças se conectarem com a leitura feita por um adulto é a presença verdadeira e integral de quem está lendo. (Beatriz Souza)

Contação de histórias: Flicts no Espaço Rebentos

Contação de histórias: Flicts (5 de junho • Espaço Rebentos)

O Espaço Rebentos ficou lotado de crianças para ouvir a história de Flicts, clássico de Ziraldo publicado pela Melhoramentos, que faz uma reflexão sobre diferenças e pertencimento. A contação foi mediada pela Pinacoteca, que, em seguida, conduziu uma oficina com os pequenos para explorar a representação das emoções por meio das cores. 

Os pequenos leitores receberam um “caderno das cores”. Inspirado no universo de Flicts, cada página do caderninho propunha uma atividade: “Como está o seu dia em forma de cor?” e “Que cor aparece quando você se sente contente?” são algumas das doze propostas. Segundo Gabriela Aidar, da Pinacoteca, o objetivo da atividade — a terceira conduzida pela instituição durante A Feira do Livro — é aproximar as artes visuais da literatura e do livro. (Beatriz Souza)

Oficina Encadernação dos-à-dos no Espaço Rebentos (Camila Almeida/Terebi/A Feira do Livro)

Encadernação dos-à-dos (5 de junho • Espaço Rebentos)

A programação da tarde ensolarada de quinta-feira (5) no Espaço Rebentos foi repleta de criatividade. A oficina Encadernação dos-à-dos foi ministrada pelo coletivo Morada Andarilha dos Livros de Artista (M.A.L.A.) e contou com outra sessão no sábado (6). Ao final da ação, cada um dos participantes levou para casa um caderno artesanal feito a mão. (Maria Eduarda Oliveira)

Oficina Encadernação dos-à-dos no Espaço Rebentos

Máscaras pop-up (5 de junho • Espaço Rebentos)

A última atividade do Espaço Rebentos na sexta (5) foi disputada. Pouco mais de vinte crianças se aglomeraram em volta da mesa para a oficina Máscaras pop-up, coordenada por Maurenn Veras. Escritora, ilustradora e criadora da editora Saracura, Veras explicou o passo a passo da atividade, a partir de dobraduras e recortes.

A base da máscara era feita de papel cartão em kraft, dobrado em quatro partes para obter um efeito sanfona. Os participantes, então, dobraram a máscara ao meio para os recortes de olhos, nariz, boca e orelhas. Por fim, chegou o aguardado momento de personalizar a máscara conforme a preferência, com acessórios como cabelo e chapéu, feitos à parte em papel colorido. (Gabriela Caputo)

As perspectivas da maternidade e paternidade no livro-álbum (5 de junho • Espaço Motiva Tablado Literário)

Na tarde de sexta (5), os escritores Carolina Moreyra e Yuri de Francco participaram da mesa As perspectivas da maternidade e paternidade no livro-álbum, no Espaço Motiva Tablado Literário. Com mediação de Dani Gutfreund, pedagoga e editora da Livros da Matriz, a conversa abordou cuidado e ausências na relação entre pais e filhos e destacou a importância de representar diferentes configurações familiares na literatura infantil, algo que não era tão comum há dez anos.

Ambos os autores partiram da experiência pessoal para compor obras infantojuvenis. Moreyra, que lançou no festival o livro Para onde a mamãe vai quando não está aqui (Biruta), ilustrado por Natália Gregorini, fala sobre uma mãe que, apesar dos desafios em conciliar maternidade e vida profissional, encontra realização no trabalho, sem o peso da culpa. 

“A partir das ausências na relação com minha mãe, que sempre trabalhou fora, percebi depois que me tornei adulta o quanto ela me inspirou a buscar certos lugares e conquistas”, disse. A autora ressaltou a importância de mostrar uma rede de apoio positiva para que a criança se sinta segura e cuidada mesmo na ausência materna.

Francco, autor e diretor da companhia de teatro para crianças Teatro InComum, falou sobre Tchau, filho (PeraBook), ilustrado por Rodrigo Andrade. A obra autoficcional nasceu de uma experiência pessoal de saudade do filho Martim. “Tinha deixado ele com a mãe e me deparei com a casa vazia e silenciosa. A falta dele caiu sobre mim com muita força, como nunca antes. Imediatamente, fui para o computador e comecei a escrever este livro”, compartilhou Francco. (Gabriela Caputo)

Literatura de berço (6 de junho • Espaço Motiva Tablado Literário)

A tarde do sábado (6) no Espaço Motiva Tablado Literário começou com a mesa Literatura de berço, com as escritoras Cássia V. Bittens e Gabriela Romeu, mediadas pela pesquisadora Juliana Mutafi. 

Elas conversaram sobre a importância da literatura na primeira infância. Segundo Romeu, as histórias que consumimos constituem e expandem as perspectivas que temos do mundo. (Maria Eduarda Oliveira)

O hipocórnio (7 de junho • Tablado Literário Mário de Andrade)

O Tablado Literário Mário de Andrade recebeu os leitores mirins para ouvir a contação de O hipocórnio e o quarto mais bagunçado do mundo (Melhoramentos, 2025), com a Tia Lú. Depois de se divertir com a história de André Catarinacho e Elton Caetano, a criançada confeccionou pipas de mão para continuar com a brincadeira no último dia d’A Feira. (Malu Vieira)

Canções do mar (7 de junho • Espaço Motiva Tablado Literário)

O Espaço Motiva Tablado Literário recebeu os pequenos leitores para um teatro musical animado com Gislaine Caitano e Patrícia Franco. As artistas apresentaram um espetáculo infantil com canções e poemas ritmados, em que contaram histórias do mar de maneira divertida. (Malu Vieira)

Feira do Livro 30 de maio–7 de junho Praça Charles Miller, São Paulo Entrada gratuita

A Feira do Livro é uma realização da Associação Quatro Cinco Um, organização voltada para a difusão do livro no Brasil, da Maré Produções, empresa especializada em exposições de arte, e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet.

A edição de 2026 tem patrocínio ouro do Mercado Livre, da Motiva e da Prefeitura de São Paulo e prata do Itaú e Laranjinha Itaú. Juntos, os patrocinadores reforçam seu compromisso com o acesso à cultura, à leitura e à democratização do conhecimento. Conta ainda com o apoio do Pinheiro Neto Advogados, do Instituto Ibirapitanga, do Enjoei e da Companhia das Letras, além de parceria institucional da Livraria da Travessa, do Mercado Livre Arena Pacaembu, da SP Livro, do Museu do Futebol, junto à Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. O evento também tem o apoio institucional da Embaixada da França no Brasil, do Instituto Camões, da Arco Educação, do Ministério das Relações Exteriores do Uruguai, do Instituto Ramon Llull, da Gráfica Viena, da Chambril, da Kiro, da Frida & Mina, do INNSiDE by Meliá São Paulo Higienópolis, do Ernesto Tzirulnik Advocacia, da Ecooar, da ArPa, da ,ovo e do Bubu restaurante. A visibilidade e a difusão d’A Feira do Livro 2026 são ampliadas por meio de parcerias de mídia com a Quatro Cinco Um, Folha de S. Paulo, UOL, TV Brasil, Rádio Nacional, JCDecaux, Piauí, CartaCapital, Mídia Ninja, Nexo, Gama e PublishNews, que potencializam o alcance do evento.